Tradução: Rafael Horta
Ela permanece sempre atual, pois ilustra bem a mudança radical que se operou na Igreja depois do Concilio.
O Vaticano II tomou o sentido contrário àquele que o Magistério tinha ensinado, notadamente no combate que tinha sustentado os papas do século XIX e do século XX até Pio XII contra os erros modernos.
Depois de ter se lembrado de uma conversa telefônica que tivera com o Cardeal Oddi que dizia para pedir “um pequeno perdão ao Papa” e ao que lhe respondeu: “É preciso que Roma mude. Isto não é uma questão de liturgia. É uma questão de fé.” Monsenhor Lefebvre afirma que o combate que nós vivemos hoje é sempre o mesmo. Há os “pro-Syllabus” e os que são contra.
Fideliter N° 87. Mai-Jun 1992
Fideliter N° 87. Mai-Jun 1992
O problema permanece gravíssimo e não o podemos minimizar. É isso que precisamos responder a todos os leigos que vem nos perguntar se a crise vai acabar ou se não haverá um meio de ter uma autorização para nossa liturgia, nossos sacramentos...
Certamente que a questão da liturgia e dos sacramentos é muito importante, mas mais importante ainda é a questão da fé. Para nós esta questão está resolvida por que temos a fé de sempre, aquela do Concílio de Trento, do Catecismo de São Pio X, de todos os concílios e de todos os papas de antes do Concílio Vaticano II, em uma palavra, a Fé da Igreja.
Mas e Roma? A perseverança e a pertinácia das idéias falsas e de graves erros do Vaticano II continuam. Isso é claro.