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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A corrupção do clero e os avisos proféticos.

“Não nascemos, senão, para a luta!”


Prezados amigos,

Salve Maria!

É com muita tristeza que temos assistido, ultimamente, a queda do sacerdócio católico à loucura da heresia. Tem aparecido muitos padres expoentes e devotados de um grande número de fiéis, vomitando inúmeras heresias e os seus superiores deixando triunfar a impunidade sobre estes crimes contra Deus.

A Virgem, quando da sua aparição em La Salette, disse aos videntes que “os livros maus abundarão na Terra”. Não bastassem as dezenas e centenas de livros escritos recheados de heresias e gnoses, agora, com a evolução da internet, superlotaram de vídeos de alguns padres negando explicitamente Dogmas Católicos, Doutrinas imperecíveis, decretos aprovados em concílios válidos, ensinamento de santos e doutores, e etc.

O que dizem os santos?

O silêncio dos superiores e até mesmo dos fiéis deve-se importar anuência das heresias proferidas pelos padres/frades/religiosos. São Francisco de Sales nos adverte que “os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar: ‘Eis o lobo!’, quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado.” [1].

Neste mesmo diapasão, Santo Inácio de Loyola nos diz que “aos hereges se há de chamar pelo seu nome, para que produza horror até nomear aos que o são e não se cubra o veneno mortal com o véu de um nome salutar.” [2]. Pois bem, todos nós sabemos de cor o nome e o sobrenome dos padres e bispos hereges que empestam as livrarias com os seus famigerados livros, empestam a internet com os seus nefandos vídeos, entrevistas e etc. e violam as famílias católicas destruindo-lhes a fé. São Paulo escrevendo a Tito diz: “com efeito, há muitos insubmissos, charlatães e sedutores, principalmente entre os da circuncisão. É necessário tapar-lhes a boca porque transtornam famílias inteiras ensinando o que não convém (…) Portanto, repreende-os severamente, para que se mantenham sãos na fé”. [3]

Em alguns canais na internet, quando vídeos heréticos ou mesmo os que proporcionam a heresia, notamos, para a desgraça das almas, que muitas delas aplaudem, incentivam, manifestam em favor de tantos hereges, se esquecendo do que Santo Tomás de Aquino nos ordena: “havendo perigo próximo para a fé, os prelados devem ser argüidos, até mesmo publicamente, pelos súditos”. [4]

“Não se deveria tolerar-se vigários com fama de hereges!”[5], diz Santo Inácio de Loyola, entretanto, quem hoje em dia se lembra destas palavras? Ao que parece é que, quanto mais herege é o padre ou bispo, mais devotado é o dito. Infelizmente, hoje se tolera tudo, exceto catolicismo. É sabido muitos casos de padres que são perseguidos pelos seus superiores e mesmo por fiéis, ao primeiro sinal de catolicismo do padre. Perseguidos porque dizem contra o Vaticano II e a favor da Igreja de Deus, perseguidos pelo simples fato de usarem batina, perseguidos por descortinarem a maçonaria, perseguidos porque não querem (mais) celebrar Missa no malfadado rito inventado por Paulo VI, enfim, perseguidos pelo simples crime de querer ser católico. Já os hereges são condecorados com títulos e pompas, presenteados com paróquias afortunadas e programas em canais de TV, se tornam professores em renomadas Universidades, e etc.

Aqui em Betim/MG e em Contagem/MG, cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte, somos atendidos, graças ao bom Deus pelo padre Ernesto Cardozo que nos vem administrar os Sacramentos ao menos uma vez por mês. O restante dos dias do mês ficamos com o Santo Terço ou o Santo Rosário, porque “é preferível que o rebanho fique sem pastor, do que ter por pastor a um lobo.” [6], diria Santo Inácio de Loyola.

Muitas vezes, observando a inércia de muitos católicos e dos superiores dos malfadados hereges, nos causa uma justa indignação  que “não vai contra a natureza da paciência atacarmos, quando necessário, quem faz o mal; porque, sofrermos com paciência as injúrias que nos atingem, é digno de louvor; mas, é excesso de impiedade tolerar pacientemente as injúrias feitas contra Deus.” [7]

Quem não se enfurece vendo e ouvindo o que este pseudo-padre diz sobre a Virgem Maria?



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O que deve pensar um católico sobre o Concílio Vaticano II?

Com adaptações.


O Concílio Vaticano II foi uma reunião dos dois mil e quinhentos bispos de todo o mundo durante quatro sessões, desde outubro de 1962 a dezembro de 1965. O Papa João XXIII, em sua alocução de abertura ao concílio (11.10.62) declarou que sua finalidade era que a fé católica se conservasse e ensinasse, mas que sem recorrer a condenações, senão fazendo um chamado a todos os povos. O Papa Paulo VI concorda com seu predecessor: o Concílio Vaticano II “foi um acontecimento importantíssimo porque (...) antes de tudo buscou as necessidades pastorais e, alimentando-se na chama da caridade, fez um grande esforço para chegar não somente aos cristãos ainda separados da comunhão com a Santa Sé, senão também a toda família humana” (breve de clausura, 8.12.65).

 Os ensinamentos do Concílio e sua interpretação por Roma

 Com tais idéias, não é de estranhar que encontremos o ensinamento católico apresentado de forma débil (sem definições nem condenações), confusa (sem terminologia técnica nem escolástica) e unilateral (para atrair aos não católicos). Todo esse ensinamento vago e ambíguo, que já é liberal em seu método, seria interpretado em seu verdadeiro sentido liberal depois do Concílio.

 Vejamos alguns exemplos de como interpreta Roma (20) os ensinamentos conciliares.

 a)      Sacrosantum Concilium: deve insistir-se na liturgia da palavra (n.9), nos aspectos da Missa como banquete (n.10), na participação ativa do povo (nn.11 e 14), e portanto na língua vernácula (nn. 36 e 54); o resultado é a Nova Missa (cfr. C5).

b)      Unitatis Redintegratio: os católicos devem orar com os protestantes (nn. 4 e 8) o resultado é a hospitalidade eucarística. (cfr. C8)

c)       Sacrosanctum Concilium: devem revisar-se os ritos e fórmulas de penitência (n.72), e a Extrema Unção deve converter-se em uma Unção de Enfermos (nn. 73 e 75); o resultado são a confissão cara a cara e as absolvições gerais, e no sacramento da Extrema Unção uma nova matéria, uma nova forma e um novo sujeito (os enfermos que não estão em perigo de morte) (21)

d)      Lumen Gentium: a Igreja de Cristo subsiste em (não é) a Igreja Católica (n.8); o resultado é que também se encontra nos “irmãos separados” (Ut unum sint, n. 11) (22).

e)      Unitatis Redintegratio: A Igreja de Cristo tem irmãos separados em “Igrejas” [sic] separadas (n.3), que devem ser como irmãs (n.14); e portanto não há necessidade, por exemplo, de converter aos ortodoxos (23).

f)       Optatam Totius: os seminaristas devem conhecer a filosofia moderna e o progresso da ciência (n.15), a psicologia e a sociologia (n.20); o resultado é que se fomenta o estudo em universidades seculares, mas não o do tomismo, e aparecem espiritualidades abertas, moralidade subjetiva, etc.

g)      Gaudium et Spes: se identifica o matrimônio com o “amor conjugal” (nn. 48 e 50), a Igreja renuncia a todos os privilégios que lhe outorgava o Estado (n.76), e deseja uma autoridade mundial (n.82); o resultado é respectivamente, o fiasco das nulidades matrimoniais (cfr.C8), que a religião católica deixa de ser religião de Estado em todo o mundo, e que se presta um pleno apoio a Organização das Nações Unidas.

O mesmo esquema poderíamos repetir com todas as inovações aprovadas.

Os erros doutrinais do Concílio

O que é ainda mais grave: o Concílio foi sequestrado por elementos liberais da Igreja, que desde o princípio conseguiram o rechaço dos esquemas preparatórios pré-conciliares confeccionados para sua discussão, e os substituíram por outros esquemas progressistas redigidos por seus próprios “experts”. (Os liberais também conseguiram introduzir seus membros nas comissões). Os novos esquemas, aprovados como decretos, constituições e declarações do Concílio, continham, mais ou menos, explicitamente, erros doutrinais pelos quais os liberais haviam sido condenados no passado.

Tomemos como exemplos as seguintes passagens do Concílio e comparemo-las com a doutrina católica:

 a)      Gaudium et Spes: o homem é “a única criatura terrestre a que Deus amou por si mesmo” (n.24), idéia oposta a “tudo fez Javé para seu fim” (Prov. 16, 4); “todos os bens da terra devem ordenar-se em função do homem” (n.12), sem mencionar que a finalidade é servir-lhe de ajuda para salvar sua alma; “o Filho de Deus com sua encarnação se uniu em certo modo com todo homem” (n.22), quando o Concílio de Éfeso fala de que Deus assumiu uma natureza humana individual (Denz. 114); “a natureza humana (...) foi elevada também em nós a dignidade sem igual” (n.22), invés de “pouco menor que os anjos os fizeste” (Sl. 8,6); fala da “excelsa dignidade da pessoa humana” (n.26), que só existe em quem vive honestamente (Ap. 3, 4); e afirma “seus direitos e deveres universais e invioláveis” (n.26), quando a quem desperdiçasse seus talentos lhe seriam tirados (Lc 19, 24).

 b)      Dignitatis Humanae: “Este Concílio Vaticano declara que a pessoa humana tem direito a liberdade religiosa. Esta liberdade consiste em que todos os homens estejam imunes de coação (...) de qualquer potestade humana, e isto de tal maneira, que em matéria religiosa nem se obrigue a ninguém a fazer contra sua consciência nem se lhe impeça que atue conforme ela (...) dentro dos limites devidos (...) Este direito da pessoa humana a liberdade religiosa deve ser reconhecido no ordenamento jurídico da sociedade, de forma que chegue a converter-se em um direito civil” (n.2); porém, a doutrina católica condena as seguintes proposições: “a liberdade de consciência e de cultos é um direito livre de cada homem, que deve ser proclamado e garantido legalmente em todo Estado bem constituído (...) o melhor governo é aquele no qual não se reconhece o poder político a obrigação de reprimir com sanções peais aos violadores da religião católica, salvo quando a tranqüilidade pública assim o exija” (Pio IX, Quanta Cura, n.3).

 c)       Unitatis Redintegratio: “o espírito de Cristo não recusou servir-se delas [das igrejas e comunidades separadas] como de meio de salvação” (n.3), contra P2.

 d)      Ad Gentes: “promova-se a ação ecumênica de forma que (...) os católicos colaborem fraternalmente com os irmãos separados (...) na comum profissão possível da Fé em Deus e em Jesus Cristo diante das nações” (n.15), contra P7.

 e)      Nostra Aetate: “A igreja Católica não rechaça nada do que nestas religiões [não cristãs] haja de santo e verdadeiro. Considera com sincero respeito os modos de obrar e de viver” (n.2), enquanto que as Sagradas Escrituras dizem que “todos os deuses dos povos são demônios” Sl. 95, 5) e “não aprenderás a imitar as abominações daquelas nações” (Deut. 18, 9).

 f)       Lumen Gentium: “a ordem dos bispos (...) junto com sua cabeça, o Romano Pontífice, e nunca sem esta cabeça, é também sujeito da suprema e plena potestade sobre a universal Igreja” (n.22), contra P4; e “a consagração episcopal, junto com o ofício de santificar, confere também o ofício de ensinar e reger” (n.21), contra a doutrina da Igreja segundo o qual a “dignidade episcopal depende imediatamente de Deus em quanto ao poder de ordem, e da Sede Apostólica em quanto ao poder de jurisdição” (Pio VI, Deessemus Nos). «la dignidad episcopal depende inmediatamente de Dios en cuanto al poder de orden, y de la Sede Apostólica en cuanto al poder de jurisdicción» (Pío VI, DeessemusNos).

O Concílio mesmo anima as tendências liberais (e seu impulso se converterá na política vaticana pós-conciliar) e se separa do ensinamento católico tradicional. Mas não tem autoridade para nenhuma das duas coisas (P5 e P6). Nossa posição deve ser: “nos negamos e temos negado sempre a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram. 24

E em torno dessas tendências neomodernistas gira todo o Concílio. 25

Foi infalível o Concílio Vaticano II?

Não por razão do magistério extraordinário, posto que rejeitou definir. O mesmo Papa Paulo VI, em audiência de 12.1.66, disse que “havia evitado proclamar de forma extraordinária dogmas dotadas de nota de infalibilidade” 26.

Nem por razão do magistério universal ordinário, porque este consiste na maravilhosa uniformidade dos ensinamentos dos bispos dispersos por todo o mundo (e não quando estão reunidos, em que possam ser objeto de grupos de pressão) 27 e não é um poder para definir, senão para ratificar o que sempre se creu. A universalidade em questão não é somente de lugar (todos os bispos) senão também de tempo (sempre): cfr. Vaticano I se P6.

Nem por razão do magistério simplesmente autêntico 28, porque o objeto de todo magistério é o depósito da fé, que deve ser santamente custodiado e fielmente exposto (Vaticano I, Denz, 1836), e não a adoção como doutrina católica de “os melhores valores de dois séculos de ‘cultura liberal’”, ainda que tenham sido “purificados” (Card. Ratzinger, Gesú, Nov. 1984, pág. 72; cfr. Gaudium et Spes, nn. 11 e 44).

E assim, este Concílio foi “ecumênico” mais no sentido moderno de apelar ao sentimento religioso de todos os povos, que no sentido tradicional de representar a toda a Igreja docente.

Notas:

20. Outra história é como se interpretam as diretrizes nas paróquias.
21. Afeta tudo isto “a substância dos sacramentos” sobre a qual a Igreja não tem poder (cfr. Pio XII em P5)?
22. Ut unum sint é a encíclica de João Paulo II sobre o ecumenismo (25.5.95).
23. Cfr. A comissão Internacional Conjunta para o Diálogo Teológico entre a Igreja Católica e a Igreja [sic] Ortodoxa, em Balamand (Líbano), 17/24.6.93
24. Declaração de 21.11.74, cfr. Apêndice I.
25. “O Papa João Paulo II faz não por certo da Sagrada Escritura, senão do acontecimento de Assis, o ‘schibbolet’ [sinal, cfr. Juec. 12, 5] da correta ‘compreensão da correta ‘compreensão do Concílio’”, Johannes Dörmann, O itinerário teológica de João Paulo II, Fundação São Pio X, Buenos Aires 1994, cap. II, pág. 48.
26 Cfr. la declaración de la Comisión Teológica del 6.3.64, repetida por el Secretario General del Concilio a 16.11.64: “dada o costume conciliar e o propósito pastoral do presente Concílio, este Sagrado Sínodo só define as matérias de fé e moral como obrigatórias na Igreja quando o mesmo declare abertamente”. Nunca o fez.
27 Église et Contre-Église au Concile Vatican II, Courrier de Rome, 1996, pág. 255.
28 Ibid., pág. 287.

29 Acta Apostolicae Sedis (LXX), págs. 920 e ss.


Observações à Tradução: capela@nossasenhoradasalegrias.com.br
Fonte: Retirado do Breviário sobre a Fraternidade São Pio X


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

"Não matarás!"


Escândalo do mundo moderno, escândalo do nosso governo que quer aprovar uma lei que vai contra o quinto mandamento da lei de Deus: “Não Matarás!” Escândalo da parte dos bispos de tantos países de maioria católica que aceitaram tamanha ofensa feita a Deus sem se oporem eficazmente formando a consciência católica contra tal crime que está longe de ser o único crime legalizado e encorajado pelos governos atuais. Divórcio, contracepção, casamento de homossexuais, educação sexual nas escolas, eutanásia, tudo concorre para perverter as almas das crianças e dos adultos.

A lei civil pode legalizar o aborto, mas ele continua a ser e será sempre um crime; crime punido com a excomunhão (cânon 2350 no Código de Bento XV) e isto porque o aborto é um homicídio. Os homens nos tempos modernos se levantaram contra Nosso Senhor e sua lei, mas um dia Ele esmagará as cabeças dos orgulhosos para que todas criaturas saibam que não passam de criaturas e que só Deus é o Senhor e Criador de todas as coisas.

Mas como chegamos a este ponto de, mesmo nos países de maioria católica, as leis contrárias aos dez mandamentos são aprovadas? Isto deve-se, em grande parte, ao Concílio Vaticano II, que declarando a suposta liberdade de pregar qualquer doutrina religiosa que pareça boa a quem quer que seja, abriu ainda mais as portas já abertas pelo liberalismo triunfante. Assim, diversas nações oficialmente católicas deixaram de sê-lo por influência do Concílio. Deixando de serem oficialmente católicas, estas nações foram invadidas por inúmeras seitas sejam protestantes, sejam orientais, sejam maçônicas ou outras. Isto fez cair bem baixo países como a Espanha, Itália e tantos outros o que facilitou a difusão destas leis que hoje vemos em nosso pobre Brasil.

Que Nossa Senhora Aparecida nos socorra e livre nossa pátria destas leis que são uma ofensa pública a Deus e que vão atrair sobre nosso país os castigos de sua justa cólera.

“Ab homine iniquo et doloso erue me, Domine.”
Do homem iníquo e doloso livrai-nos, Senhor.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Isso NUNCA foi a Igreja Católica!

Prezados amigos,

Salve Maria!

Nós não nos espantamos com mais nada que venha da “igreja” conciliar contraposta à Igreja Católica Apostólica Romana, fundada por Nosso Senhor. Mas, convido aos senhores a assistir o vídeo abaixo de alguns senhores bispos que nos faz ao mesmo tempo rir e chorar. Este vídeo abaixo é profético: La Salette, Lourdes e Fátima...

Ainda bem que não somos desta “igreja” humanista fundada no Concílio Vaticano II.


Rainha dos Anjos, rogai por nós!


sexta-feira, 19 de julho de 2013

O aborto e a CNBdoB.


"NÃO SOIS INOCENTES SE COM O SILÊNCIO PERMITIS A PERDIÇÃO DE QUEM, AVISADO, PODERIA SALVAR-SE." 
Santo Agostinho de Hipona


Prezados amigos,

Salve Maria!

É com muita tristeza que constatamos mais uma vez que a CNBdoB precisa, urgentemente, ser extinta deste Planeta.

É com muita tristeza que vemos o aborto ser legalizado e institucionalizado no nosso País e a CNBdoB aplaudindo o plano diabólico de extermínio de nossas crianças. É com muito pesar que assistimos a CNBdoB negar tudo o quanto Nosso Senhor prega nos Evangelhos e a violação direta do V Mandamento da Lei de Deus. Diante os nossos olhos, uma Instituição (CNBdoB) que não representa os Católicos deste País, que não representa o Evangelho de Nosso Senhor, que não representa os Legítimos sucessores dos apóstolos e que, por fim, não representa a Igreja Católica Apostólica Romana.

Eis os motivos da nossa justa indignação:

Primeiramente, é sabido e ressabido que o maldito PLC 03/2013 é um projeto que visa implantar e institucionalizar o aborto na Terra de Santa Cruz, e, diante deste projeto, a nossa amada, idolatrada, salve, salve, CNBdoB simplesmente havia se silenciado quanto ao famigerado projeto.

Acontece que, como se não bastasse o seu silêncio sepulcral (que, antes tivesse sido assim), esta semana, a CNBdoB lançou nota (nota esta que deveria ficar às escondidas, conforme a própria nota se faz depreender) comunicando “aos irmãos no “episcopado”(sic!)” que o maldito e diabólico PLC 03/2013 deve ser vetado pela Presidência da República apenas parcialmente.

Nos indigna em saber que a CNBdoB que, SUPOSTAMENTE, representaria os Católicos deste País, simplesmente não é católica em si mesma. Como que é possível que essa Instituição, que leva o nome de Católica e dá aos incautos uma certa credibilidade na fala, esteja contra as Escrituras, aos Mandamentos da Lei de Deus e da Igreja, aos bons costumes e à vida, em si mesma? Alguém, em sã consciência, pode nos responder?

Acontece que, antes de se lançar na internet a dita nota (que, repetimos, deveria ficar às escondidas) o Padre Paulo Ricardo já tinha publicado em seu site uma matéria defendendo o VETO TOTAL do maldito projeto de lei. Logo, lançou-se na internet a tal nota da CNBdoB “orientando os irmãos do ‘episcopado’” que a Presidência da República deveria vetar parcialmente o PLC 03/2.013.

Com isso, novamente o Padre Paulo Ricardo produziu um vídeo explicando o porque do veto total do aludido PLC.

Ele termina com uma frase que dá um tapa de luva na CNBdoB que, GRAÇAS A DEUS, não representa esta Associação Cultural e seus associados: “Com todo respeito aos ‘nossos pastores, nós não podemos nos calar!”

Em tempo: Queremos ver o que o Papa Francisco dirá sobre toda esta questão do aborto no País. Em poucos dias saberemos a que veio na Terra de Santa Cruz. Queremos vê-lo denunciando toda esta bandalheira e reduzindo a pó esta CNBdoB que só faz vergonha nos católicos de boa-fé!

Em tempo1: Se Francisco se calar (que Deus não permita!), será mais cúmplice do aborto no Brasil do que a própria Presidência da República e o Congresso Nacional, visto que quem mais tem o dever de proteger a vida e os Católicos é ele que (não) se diz Chefe da Igreja de Cristo.

Veja o vídeo abaixo:







quinta-feira, 6 de junho de 2013

Dossiê sobre a situação religiosa de Betim/MG.




Os excomungados de Betim/MG



Aos padres de Betim e da Arquidiocese de Belo Horizonte

 

  

Quem é que está mesmo fora da comunhão da Igreja??



Os fiéis de Betim não tem nada o que comemorar...

 

 

Padres de Betim/MG se negam a cumprir ordem do seu bispo



Nota de esclarecimento - Missa Tridentina em Betim/MG



Fotos da missa tridentina em Betim/MG



Leitora furiosa ataca fiéis de Betim e defende os indefensíveis padres



Missa tridentina em Betim com Pe. Ernesto Cardozo



Jornal noticia missa tridentina em Betim/MG



Betim/MG volta às catacumbas...



Padres de Betim/MG a serviço do PT!



Bispo de BH toma partido.



Não há acordo!! Consensum non existit!!



E o combate começa!



Escândalo numa Paróquia em Betim

 

 

O grito dos católicos excluídos!

  

 

Ter missa tridentina em Betim/MG é fácil!!

 

 

Que alegria quando ouvi que me disseram: Vamos à Missa Conga!!

 

 

 

Paulo VI explica porque não temos missa tridentina em Betim/MG

 

 

Ainda sobre a comunhão na mão e os padres de Betim/MG...

 

 

Eis o POVO da Missa Tridentina em Betim/MG

 

 

Refutando comentário de um leitor anônimo

 

 

 

Porque missa tridentina em Betim/MG?

 

 

Charges sobre a nossa situação em Betim/MG

 

 

Hoje também é o nosso dia!!

 

 

Um recado aos padres de Betim/MG

 

 

O dever da desobediência

 

 

Em Betim, encontro escandaloso no convento franciscano




sábado, 4 de maio de 2013

Dom Caetano, venha para Betim/MG!!

 “É melhor resultar algum escândalo de se dizer a verdade, do que deixar abandonada e indefesa a mesma verdade”. - São Gregório Magno [1]


Prezados amigos,

Salve Maria!

Já faz algum tempo que não damos notícias da cidade de Betim/MG. Por aqui, as coisas continuam da mesma forma: os padres continuam desobedientes à Bula Quo Primum Tempore do Papa São Pio V, ao Summorum Pontificum do Papa Bento e à ordem do seu bispo local, D. Luiz Gonzaga Fecchio. Ou seja, com este histórico de desobediência não há que se estranhar que nada tenha mudado por aqui (nem que seja para pior). O Padre Ernesto Cardozo continua a nos atender com a administração dos Sacramentos da Eucaristia e da Penitência, eventualmente Batismo e complemento deste, com catequeses católicas, sem máculas de politicagem e/ou protestantismo carismatóide.

As missas continuam a ser celebradas nas casas devido a intransigência dos párocos e assim vamos levando a nossa vida cristã: com o Santo Rosário em punho e revestidos da armadura de Deus e de São Miguel Arcanjo.

Ultrapassadas as notícias, vamos ao que nos interessa:

Aos 29 dias do mês de abril, os fiéis católicos brasileiros (e até mesmo do exterior), assistiram abobados em um episódio o de uso de uma ferramenta totalmente em desuso e esquecida nestas terras tupiniquins: um famoso Padre – Beto – da Diocese de Bauru/SP foi simplesmente E-X-C-O-M-U-N-G-A-D-O [2] pelo seu bispo Dom Caetano Ferrari que, desde já, recebe os nossos cumprimentos e felicitações pela coragem e valentia. Mas, vejamos: O que nos intrigou é que o ex-padre Beto foi excomungado, segundo o sítio daquela Diocese, por: “O referido padre feriu a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da Fé Católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor (obediência esta que prometera no dia de sua ordenação sacerdotal), incorrendo, portanto, no gravíssimo delito de heresia e cisma cuja pena prescrita no cânone 1364, parágrafo primeiro do Código de Direito Canônico é a excomunhão anexa a estes delitos. Nesta grave pena o referido sacerdote incorreu de livre vontade como consequência de seus atos.” (os grifos não contém no original).

Bom! Voltemos ao texto supracitado: O padre Beto foi excomungado da Igreja pelo seu bispo por ter caído em “heresia e cisma”  e “por ter ferido a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da Fé Católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor.”! Puxa! Quanta coisa!

Um dia posterior a excomunhão do, agora, ex-padre Beto, o Juiz Instrutor do caso, declarou que, o Padre Beto foi excomungado “porque ele se negou categoricamente a cumprir o que prometera em sua ordenação sacerdotal: fidelidade ao Magistério da Igreja e obediência aos seus legítimos pastores” conforme nota da Diocese de Bauru/SP.

Mas, passemos a analisar as condutas de algumas figuras que foram “denunciadas” no blog desta associação e, sem querer julgar o mérito das declarações (porque não somos juízes de nenhum tribunal, tampouco eclesiástico) pensemos:

Aqui em Betim/MG, temos um padre que, abertamente, prega a contracepção e ainda diz que “para uma mulher engravidar hoje, ela tem de ser ARTISTA” (sic!), violando as Cartas Encíclicas Casti Connubi do Papa Pio XI e a Humanae Vitae do Papa Paulo VI tão amado e idolatrado pelos modernistas de plantão.

Acreditem se quiser, mas aqui em Betim/MG também temos padres que estão à serviço do PT (Partido dos Trabalhadores), violando as Carta Encíclicas “Quanta Cura” do Papa Pio XI e a  Quod Apostolici Muneris do Papa Leão XIII. Aqui, poderíamos citar vários papas, inclusive João XXIII, Paulo VI e o tão devotado João Paulo II que defendem o afastamento dos católicos com as doutrinas perversas do comunismo/socialismo. O Santo Ofício, em 1949 emitiu um Decreto Contra o Comunismo para toda a Igreja proibindo os católicos a se filiarem ou apoiarem os partidos comunistas, SOB PENA DE EXCOMUNHÃO AUTOMÁTICA!

Aqui em Betim/MG tem padres que celebram “Missa” conga, violando a Carta Encíclica “Mortalium Animus” do Papa Pio XI.

Aqui em Betim/MG tem padre que incentiva o povo a comungar nas mãos, profanando o Corpo de Deus, e violando a Instrução Inaestimabile Donum do Papa João Paulo II;

Os padres de Betim/MG se negam até a presente data, cumprir a ordem do seu bispo local, D. Luiz Gonzaga Fecchio, recusando obediência ao seu legítimo pastor, obediência esta que prometeram no dia das suas ordenações.

E para fechar com chave de ouro: Um padre de Belo Horizonte/MG que é a favor de a mãe “optar pelo término” da gravidez em caso de anencéfalos, violando o V Mandamento da Lei de Deus.

Prezados leitores, pedimos desculpas por fazer os senhores ler tantos descalabros, mas elencamos aqui apenas algumas coisas que acontecem nas paróquias de Betim/MG e BH. Se fôssemos enumerar todas as aberrações que vimos e ouvimos, ficaríamos aqui até sabe Deus quando...

Será que já não passou da hora de alguém fazer alguma coisa para que cessem estes escândalos na Arquidiocese de Belo Horizonte?

Na mesma Bula que excomungou o Padre Beto, D. Caetano lembra aos Bispos que: “Uma das obrigações do Bispo Diocesano é defender a Fé, a Doutrina e a Disciplina da Igreja.”

As vezes a inércia das “Autoridades” nos trás um pouco de indignação. São João Crisóstomo nos dizia que: “Aquele que não se enraivecer quando a razão o exige, comete um pecado grave; pois a paciência não regulada pela razão, propaga os vícios, favorece as negligências e leva ao mal, não somente os maus mas, sobretudo, os bons.” [3]

Santa Catarina de Sena, grande Santa da Igreja nos diz que “os membros do Corpo de Cristo se corrompem porque ninguém os castiga. (...) Seria mister uma justiça forte para castigá-los: a demasiada compaixão é, às vezes, uma grande crueldade.” [4]

Para um bom entendedor, meia palavra basta...

Neste mês de maio, peçamos à Virgem que Ela nos dê pastores segundo o Coração do Seu Filho que nos apascente com inteligência e sabedoria. [5]


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Notas:

[1] São Gregório Magno, Humil. 7, in Ezech.

[2] Excomunhão: Os excomungados são aqueles que por faltas graves são fulminados com excomunhão pelo Papa ou pelo Bispo, e portanto são separados, como indignos, do corpo da Igreja, a qual espera e deseja a sua conversão. Deve-se temer grandemente a excomunhão, porque é o castigo mais grave e mais terrível que a Igreja pode infligir aos seus filhos rebeldes e obstinados. Os excomungados ficam privados das orações públicas, dos Sacramentos, das indulgências e excluídos da sepultura eclesiástica. Nós podemos auxiliar de alguma maneira os excomungados e todos os outros que estão fora da verdadeira Igreja com advertências salutares, com orações e boas obras, suplicando a Deus que pela sua misericórdia lhes conceda a graça de se converterem à Fé e de entrarem na comunhão dos Santos. (cf. Catecismo de São Pio X)

[3] São João Crisóstomo: Hum. XI, in nath.

[4] De uma carta de Santa Catarina de Siena a Gerard Du Puy, abade de Marmoutier.

[5] Jeremias, III, 15.