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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O farisaísmo encapado dentro do "movimento modéstia"!


Mulier sensata et tacita,
non est immutatio eruditae animae.

Uma mulher sensata gosta do silêncio:
nada é comparável a uma mulher instruída.
(Eccles., XXVI, 18)

Hoje muito se fala da modéstia, inúmeros são os blogues e sites que abordam o tema... mas não nos esqueçamos de que a modéstia é exercida por atitudes exteriores movidas por uma conversão interior ou, pelo menos, um desejo reto dela.


O que se vê são muitos apostolados que abordam as normas marianas para vestimentas, o uso do véu... e não digo que isso seja errado, é sim fundamental que principalmente as mulheres retomem a modéstia no vestir, que resgatem novamente o valor do pudor e não sejam, com suas vestimentas imodestas, ocasião de pecado para o próximo.


Sabemos que a sociedade atual é pagã, que as famílias foram moralmente corrompidas com costumes não cristãos e que, desgraçadamente, os padres, em sua maioria, não falam mais disso em seus sermões, não exortam mais os fiéis, e até mesmo, em alguns casos, proíbem o uso do véu. São lobos e pagarão muito caro por isso. Mas... senhoras e senhoritas que arriscam a manter um apostolado de modéstia, eu pergunto: porque "rasgam suas vestes" quando um texto (tradução) de um bispo, abordando aquilo que não deveria ser segredo para uma católica é disponibilizado na internet? (eu que pedi para a dona do blogue Maria Rosa traduzir esse texto e ela gentilmente traduziu).


Uso de saia sim, mas reconhecer que a sociedade atual, com todos os seus truques maçônicos, envolve a mulher numa ideologia de igualitarismo... ah, isso jamais!


Uso de saia sim, mas reconhecer que a mulher é muito mais tendenciosa ao pecado, por sua debilidade de vontade, tanto que a serpente (demônio) no paraíso tentou Eva e não Adão, ah, isso jamais!


Uso de saia sim, mas admitir que não convém a mulher exercer determinados cargos, pois foi feita para ser dona de casa, mãe e esposa e por isso Deus a dotou de talentos todos interiores, que ela é frágil, vulnerável e que se se expôr terá sua alma maculada ou no mínimo que colocá-la-á em perigo ah, isso jamais!




Senhoras e senhoritas, não quero saber se movimento A ou Administração B ensinam que a mulher pode e tem competência para se meter numa vida exterior, e que a experiência de fulana ou beltrana prova que isso é possível, isso não me interessa, me pauto naquilo que a Igreja sempre ensinou e que sempre foi costume:


  
1-      A mulher foi feita para trabalhos interiores: a cuidar da casa, dos filhos e do marido, senecessário, para ajudar nas finanças, que seu trabalho seja feito conforme suas aptidões e que jamais isso atrapalhe na educação de seus filhos nem jamais atrapalhe na hierarquia do lar com risco de perderem os filhos com o exemplo (uma mulher com salário maior que o salário do marido?! A quem foi dado o dever de prover o lar?), portanto, que ela (mulher) nunca se afaste de sua casa, pois ela é a lareira que aquece seu lar, sem ela, o lar torna-se frio e sem luz.



2-      A mulher deve ser submissa aos seus superiores em especial ao pai e marido. Sim, evidentemente que o marido não deve exercer a autoridade como um carrasco, mas como Nosso Senhor é autoridade sob a Igreja (Sua esposa), mas ela é submissa sim, e quantas mulheres maculam essa palavra que, diferentemente de rebaixá-las (como muitas acham e “pregam”), as preservam de voltarem ao paganismo do qual o Cristianismo as retirou quando colocou-as como “rainhas de seus lares”.


3-      A mulher foi feita para o sacrifício. Deus a dotou de todos os talentos, dons e a conduz para isso em sua missão. Ela dá a luz em meio à dores, ela arrancaria sua pele para cobrir os próprios filhos, e por isso, na Sagrada Escritura, o amor de Deus é comparado ao amor de uma mãe. A mulher que não está pronta para se abster de cargos, títulos, carreira, status, luxo, olhares de admiração, independência financeira, beleza (desenfreada), tempo, noites bem dormidas, não exerce sua missão, não se sacrifica, aliás, sacrifica o direito que seus filhos e marido têm de tê-la como uma verdadeira católica, as pés da Cruz.


Uma mulher sensata gosta do silêncio:
nada é comparável a uma mulher instruída.


A mulher deve se instruir sim, para bem exercer seu papel, a melhor instrução é aquela que é realizada para combater o paganismo e edificar a família católica.



Que estude sobre culinária, sobre prendas a ensinar as filhas, a bem decorar uma casa, como administrar e lidar com empregados (se assim a condição de vida permitir), além de aprender a gramática, arte, música, psicologia infantil (católica), base de outras matérias, vida de santos, espiritualidade, tudo isso é possível aprender em casa ou através do marido (o mestre de sua mulher, pois ele educá-la-á para santificar seus filhos), e se precisar de um “canudo” (no caso de ser professora num colégio católico, como algumas celibatárias e irmãs fazem), que recorra ao mal menor que seria a educação à distância, e é claro, segurando um crucifixo e o rosário.


Sem modéstia interior (atos de renúncia, simplicidade e reconhecimento de seu papel), a exterior é farisaísmo, um antigo instrumento (usado pelo demônio) “encapado” por certos movimentos ditos tradicionais ou conservadores para mascarar a verdadeira modéstia.


Letícia de Paula

Em tempo:

1-    Sim, estou à frente de um apostolado, mas o faço em estado de necessidade (como pequenas aulas de catecismo) e jamais deixei de expôr o que acabo de dizer, ou seja, não há contradição, apenas uma necessidade atual e que futuramente poderá (esse apostolado) ser substituído por pessoas mais capacitadas e chamadas para isso, assim Deus permita; além de ser solteira, não tenho obrigação ainda com marido e filhos.

2-   Conheci neste último mês dois casos distintos, mas com uma bravura única, que só pode vir de corações católicos: uma mulher que se recusa a abortar o quarto filho, mesmo correndo o risco de ficar sozinha e outra mulher que abdicou de comandar grandes equipes para viver melhor seu chamado de mãe e esposa. O que eu tenho a dizer a ambas? BRAVO!


3- Qualquer senhora ou senhorita que realmente queira aprender e que não tenha medo de conhecer aquilo que a Igreja sempre ensinou sobre esse tema, por favor entrar em contato comigo e, conforme for, direciono para quem possa ajudar.

  
4-  Veja uma bela conferência sobre o tema AQUI.

5- É possível se adequar ao tempo, sim, eu não andaria de carroça no centro de São Paulo, mas nenhuma adequação é permitida se se coloca em "xeque" a primeira sociedade, a família.


Fonte: Blog "A grande guerra"

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A Educação e a graça - Pe. Ernesto Cardozo

Ndr. (Enquanto os padres de Betim/MG estão metidos em política partidária a favor do PT, outros padres - santos - estão se consumindo a favor da vida, a favor da catolicidade, a favor da salvação das almas, a favor da Igreja de Deus e a favor do Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Certa vez, o demônio declarou que se houvesse na quele século - XIX - dois padres como São João Maria Vianney, o reinado dele estaria destruído. Hoje, precisaríamos de muitos padres como S. J. M. Vianney e muitos como os padres abaixo).


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Por: Pe. Ernesto Cardozo

Estamos nas proximidades de Anápolis, a cerca de 200 km de Brasília, em uma primavera seca de 34ºC. Chegamos no meio da tarde na Escola São José, fundada por Pe. Fernando, um sacerdote brasileiro com pouco mais de 60 anos, que também fundou o Instituto de Nossa Senhora do Rosário. Viemos convidados para participar da festa patronal do instituto, composto por 27 religiosas, sete das quais estão atendendo à escolinha vizinha do Mosteiro da Santa Cruz, em Nova Friburgo; as restantes têm a delicada e árdua tarefa de educar mais de 90 alunos, a maioria dos quais são meninas internas, o que aumenta o trabalho, mas proporciona melhores resultados ao manter as meninas longe do ambiente tão pouco cristão que se respira nas cidades e nos próprios recintos familiares.




A escola é situada no campo, com um péssimo sinal de telefonia móvel e de internet, o que não deixar de ser uma vantagem quando se pretende focar a atenção na educação e formação religiosa destas meninas, que têm à disposição uma importante igreja com três torres, salas de aula confortáveis, salas de informática, ginásio de esportes, tudo adornado com esmero e bom cuidado.

Celebro a Missa, à tardinha: irmãs, professores e alunas internas respondem em perfeito latim e em uníssono; brilham especialmente ao entoar belas canções à Virgem, em todo momento, tanto na entrada como na saída do templo, durante a comunhão; as respostas na Missa se dão em uma perfeita ordem e harmonia. As meninas são alegres, sabem que são queridas por suas educadoras, exibem o adorno da modéstia no vestir e nos modos, trazem no rosto o sorriso inocente e espontâneo, sem perder por isso o brilho da bonita juventude. 

É notável a ação de graça na ação educadora nessa infância e juventude do século XXI. Vê-se que também é possível obter bons frutos quando se centra tudo ao redor da Cruz, de uma piedade firme e da sã doutrina.

Mais tarde, se reza a novena diante do Santíssimo exposto; pareceu-me particularmente bonito o canto da Ladainha de Nossa Senhora diante da singela imagem da Virgem de Fátima, que parecia sorrir ...

Domingo de festa. Missa com os melhores cantos e trajes. O Padre recorda no sermão os feitos de Lepanto e a chave para a vitória... o Rosário! Após o lanche, a procissão, uma representação teatral dos mistérios gozosos, cantos, jantar e um bolo.

Escrevo estas linhas porque sei de muitos pais que desejariam ter uma escola assim para suas filhas, onde o foco principal é o ensino da Fé de sempre emoldurado pela liturgia tradicional. 

O trabalho das religiosas é auxiliado, ademais, pelo empenho das 16 professoras graduadas externas. Esse trabalho se sustenta com uma taxa mínima¹, inclusive muitas das internas, por problemas familiares, pagam apenas com as suas orações. O resto é feito pelo bom e velho São José, que não deixa que falte o essencial nas obras de Deus.

Pe. Fernando parece incansável e planeja para o próximo ano o internato para meninos, em uma fazenda próxima, além do internato na escola de Friburgo.

O Padre reza a missa diariamente às 6h, e aos domingos e feriados às 7 e 17 horas, com a assistência dos fieis que, em sua maioria, vêm de Anápolis, distante cerca de 20 km, e de alguns moradores da vizinhança. Mas não faltam os que vêm de muito mais longe para buscar alento e conselho deste bom Padre que, com o terço na mão e firme na doutrina, trabalha incansavelmente para a Glória de Deus.

P. E. Cardozo

Para mais informações: E-mail: csjose19@hotmail.com
Caixa Postal 084, agencia central, Anápolis – Goias
Tel. fixo: 0(XX)62-3346-1101 ou 62-3346-1161
Fazenda Bom Jardim s/n, zona rural, Interlândia – Distrito de Anápolis CEP 75.152-000. Ajuda para a escola em Nova Friburgo:
Banco: Itaú
Conta: 47957-8
Agência: 0222
CNPJ 30.171.417/000188
irlauracampos@yahoo.com.br

¹ O Blog Pale Ideas sugere aos que buscam por uma penitência extra a ser adicionada à que bondosamente o padre determina no confessionário ou à que nos propomos ao rezarmos uma novena, que se faça uma doação pequena, porém mensal, se possível; ou a seu gosto.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A peste e a ruina da Igreja.


Como nós Católicos devemos viver? Em constante combate contra nossos inimigos: o mundo, o Demônio, a carne.

Como vivem os pseudo-católicos dos tempos modernos? Amigos do mundo! Adoradores do Demônio! Amantes da carne!

Nada de mais prejudicial à Igreja e a salvação das almas esse tipo de católicos. Vejam esse interessante trecho do Padre Faber.

“...nós confessamos com lágrimas nos olhos que há um grande número de almas com reputação de serem piedosas que estão longe de trabalhar para a maior glória de Deus; muitas pessoas fazem profissão de devoção mas que na realidade não querem dar a Deus o primeiro lugar em todas as coisas. Eles tem necessidade de luz para conhecer a maior Glória de Deus; eles não tem discernimento para reconhecer as ciladas do mundo e do Demônio sob o véu de prudência e moderação. Faltam-lhes coragem para quebrar a opinião do mundo e de firmeza para colocar constantemente suas vidas em harmonia com sua crença. Pobres! São a peste e a ruína da Igreja e estão longe de suspeitar disso!
Padre Faber, Tudo por Jesus. Cap I, Art III, pag 17.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012