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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Os Mártires da Revolução Francesa


"...É um elenco tão vasto e tão admirável que hesitamos em destacar alguns dos  episódios mais comoventes. não será injusto dar sequer a impressão de que queremos fixar um palmarès, um elenco de vencedores, quando em todas as páginas desse livro escrito com sangue brilham o heroísmo e a santidade? Padres, religiosos, religiosas, simples leigos, homens e mulheres, todas as condições sociais à mistura - mas certamente a maioria gente humilde, dente do povo -, foram às dezenas, às centenas, os que preferiam morrer a abjurar. Como escolher entre eles?

Vemos surgir, mais tarde tornadas ilustres pelo teatro e pelo cinema, as dezesseis Carmelitas de Compiègne, que morreram a 17 de julho de 1794, dez dias antes da queda de Robespierre. Presas por terem continuado a viver juntas após a supressão do seu convento, levadas perante o tribunal revolucionário, uma delas teve a presença de espírito bastante para perguntar a Fourquier-Tinville o que é que ele entendia pelo termo "fanatismo" com que as brindava. E que, tendo ele respondido: "O vosso fanatismo é a vossa tola paixão pelas estúpidas práticas religiosas", replicou: "Ó irmãs, ouviste bem? Somos condenadas pela nossa religião...Que felicidade morrer por nosso Deus!" Exatamente: com essas palavras, o acusador acabava de fazer mártires. Ao pé do cadafalso, elas renovaram os votos e entoaram o Veni Cretor, que só deixou de se ouvir quando a última foi morta...Página grandiosa, digna de ser exaltada, como foi, por Gertrud von le Fort e por Geoge Bernanos.

Mas terão sido menos sublimes essas sacramentinas de Bollène que, antes de morrer, agradeceram aos juízes e aos algozes, e uma das quais beijou o cadafalso antes de lá subir? Ou as ursulinas de Valenciennes, que cataram o Te Deum e rezaram pelos carrascos? Ou as Irmãs da Caridade de Arras, que chegaram à guilhotina cingidas nos Terços? E outras tantas que é impossível evocar sem emoção...
Entre os homens, quantos foram igualmente heroicos! Os beneditinos da Secção dos Gravilliers, que declararam com firmeza nunca terem deixado de celebrar a Missa clandestinamente... O padre Imbert, dominicano de Castres, que, condenado a morte, se recusou a subir à carroça, dizendo: "O meu Senhor Jesus ia a pé ao Calvário; reclamo para mim ir a pé"...Os recoletos e os carmelitas de Arras, que marcharam para o suplício cantando as Vésperas dos Defuntos...
No clero secular, as figuras exemplares são inúmeras. Aqui vemos o Cormaux, "o santo da Bretanha", que, no decurso do interrogatório, se recusa a dissimular a mínima parcela da verdade, fornecendo ele próprio argumentos aos acusadores... E van Cleemputte, que, se adianta a declarar que nunca deixou de fazer um apostolado clandestino... E Noel Pinot, que, conduzido para a morte, vestido de alva e casula por derrisão, recita ao pé do cadafalso o Introibo ad altare Dei da sua última Missa... E o encantador padre Salignac-Fénelon, fundador e diretor da Obra dos Padres Savonianos: condenado, ainda prega do alto da carroça que o leva ao suplício...
A lista seria interminável! E ainda teríamos de acrescentar dezenas de leigos que, com toda a evidência, morreram como testemunhas da Fé. Em Lyon, é o comerciante Auroze, que à pergunta "Es fanático?", responde: "Serei o que quiseres, mas o que sou é católico", e por isso foi condenado. Em Anjou, é um senhor chamado De Valfons, que, no início do interrogatório para identificação, acrescenta ao sobrenome os adjetivos "Católico, Apostólico, Romano"... Em Seine-et-Oise, é Marie Langlois, mocinha de vinte e dois anos, criada de lavoura, que, denunciada pelo pároco constitucional, troça visivelmente dos juízes e de suas perguntas ocas... Noutro lugar, é Elisabeth Minet, que reivindica altivamente a responsabilidade de uma enorme falta: durante todo o Terror, nunca deixou de distribuir estampas de Nossa Senhora...Alhures, é Geneviève Goyon, costureira de setenta e seis anos, que se recusa a entregar dois dominicanos que tem escondidos em sua casa, e morre com eles...
Já de há muito a História registrou a eficácia sobrenatural do martírio, o seu misterioso poder de resgate."

Daniel Rops, A Igreja das Revoluções (I). Quadrante, São Paulo, 2003, Pag. 70, 71

Fonte: http://unicacoisanecessaria.blogspot.com.br/2013/02/os-martires-da-revolucao-francesa.html

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Os mártires e o ecumenismo



Estamos no ano em que se comemora meio século do funesto Concílio Vaticano II.

Funesto pela sua origem. Funesto pelos seus frutos.

Entre diversos frutos perversos deste maldito Concílio, vamos hoje, enumerar somente um. Esse talvez seja o mais escandaloso: O ecumenismo.

Lembremo-nos primeiramente sobre o que diz o Santo Apóstolo:

“Os deuses dos pagãos são Demônios”; “Não quero que tenhais comunhão com os Demônios”.

E diante destas palavras como reagimos diante dos frutos deste Concílio? A encíclica Nostra Aetate, que saiu deste Concílio, nos diz para nos unirmos com os pagãos!

O que dizer dos encontros de Assis feitos por João Paulo II e Bento XVI?

O Concílio Vaticano II é contra a Doutrina Católica! É contra o Apostolo São Paulo! É Contra os mártires que derramaram seu sangue, deram suas vidas simplesmente por não aceitarem nenhum tipo de comunhão com os deuses pagãos.

Vejamos esse vídeo e tomemos nossa posição.
   
Ou somos a favor do Concílio Vaticano II ou somos a favor da Igreja de Sempre, Católica Apostólica Romana, herdeira dos mártires, santos e doutores.

Ser ecumênico é desprezar e cuspir no Sangue dos mártires que deram sua vida por Nosso Senhor.

Ser Católico e ecumênico ao mesmo tempo é impossível. 







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