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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Francisco I contra Pio XI


“Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João XVIII,23)




Por Geovanne Maria Moreira.

Prezados amigos,

Salve Maria!

Assistimos estarrecidos a visita do Papa Francisco ao Brasil, suas declarações midiáticas, controversas e divorciadas do catolicismo. A dita Jornada Mundial da Juventude, que todos nós sabemos ser um evento não-católico, só deixou desolação na Terra de Santa Cruz, aos católicos, e muita euforia e festa aos dissidentes do catolicismo.

Muito bem. A cada declaração de Francisco, dever-se-ia tapar os ouvidos e, quando não, os olhos. Não temos e nunca tivemos tempo de acompanhar cada frase do Bispo de Roma (sic!), entretanto, ouvimos, após dada entrevista no Programa Fantástico, na TV Rede Globo de Televisão em 28 de julho do ano corrente, o vídeo do Sumo Pontífice em que era entrevistado por um jornalista.

Foram feitas algumas perguntas à Francisco e, muito claudicante, responde algumas perguntas às evasivas: “Não sei”, “não conheço as causas” e etc...

Uma das perguntas que lhe fora dirigida é sobre o êxodo de católicos ao protestantismo, nos últimos anos. Francisco diz, sinceramente, não saber a causa do êxodo de católicos para o protestantismo. Ora! Esta causa é tão clara, tão evidente e tão elementar que qualquer um saberia responder, entretanto, o Sumo Pontífice (sic!) diz não saber a causa desta aberração.

Pois bem! Se o Papa não arriscou um palpite, lá vamos nós:

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Tristes piadas: o Concílio visto por seus defensores

Historinha publicada em Viva il Concilio
Tradução e comentário Lucia Zucchi 

Dentre o farto noticiário sobre o Concílio Vaticano II publicado nos últimos dias, encontra-se o endereço de um site italiano dedicado inteiramente a esse evento. Entre documentos conciliares, precursores, estudos e análises, os responsáveis têm publicado textos de uma coletânea de piadas e histórias curiosas, Le “bolle” del Concilio,  publicado em Turim em 1967. Uma dessas histórias – se não for verdadeira, muito bem inventada – mostra o Cardeal Ottaviani, lembrado como titular do Santo Ofício e crítico da Missa Nova de Paulo VI:

O Cardeal Ottaviani reza durante o Concílio com renovado fervor. Durante as assembleias gerais, pode-se vê-lo prostrado aos pés do Santíssimo Sacramento por longas horas. Seus assessores estão começando a se inquietar. Finalmente, um deles decide e pergunta se há algo acontecendo.
 - Ai de mim!, ele responde, eu estou implorando ao céu para chamar-me e, sobretudo, para não esperar o fim do Concilio para fazer isso…

- Mas, por que diabos tanta pressa?
 - Porque eu faço questão de morrer católico …

Seria cômico, se não fosse trágico!  A perda da condição de católico que o Cardeal temia, aconteceu, na sequência do Concílio, a multidões de padres, religiosos e simples fiéis…

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Vídeo - Sinopse de erros imputados ao famigerado CVII

Prezados amigos,

Salve Maria!

Abaixo, um vídeo que narra o trabalho feito pela FSSPX sobre os erros imputados ao Concílio Vaticano II. O autor do vídeo, cuidadosamente tratou de narrar o texto e escrevê-lo a fim de facilitar a leitura dos consulentes.

Agradecemos a colaboração pelo trabalho bem feito pelo autor do vídeo e pela divulgação de tão rico material.

No Coração da Virgem Mãe Aparecida!





sexta-feira, 22 de junho de 2012

Perguntas e respostas sobre a crise na Igreja. Impossível não ler!

A CRISE NA IGREJA

Foto de abertura do Concílio Vaticano II
Que participação tem os bispos na crise atual da Igreja?
“A crise da Igreja é uma crise de bispos,” disse o Cardeal Seper. Entre os quatro mil bispos da Igreja Católica, há certamente os que querem ser católicos e servir a Fé; mas, com a maior parte deles a Fé é muito maltratada. Em vez de defendê-la, permitem padres e professores que negam abertamente uma ou muitas verdades de Fé; pior ainda, os encorajam. Muitos bispos sustentam, eles mesmos, posições incompatíveis com a Fé e a Moral católicas.

Pode-se citar alguns exemplos?
Na França, o Cardeal Lustiger, Arcebispo de Paris, falecido em 2007, dizia publicamente que os judeus não precisam se converter ao Cristianismo. O proselitismo com eles não teria nenhum sentido.
De modo análogo, Monsenhor Doré, Arcebispo de Estrasburgo (e antigo decano da Faculdade de Teologia do Instituto Católico de Paris), nega que os judeus, tendo recusado a Cristo, possam ser considerados “infiéis” e “cegos”: não são eles que devem se converter, mas ao contrário, os católicos que usurparam seu lugar, pretendendo-se o “Novo Israel”.

Podem-se citar outros exemplos de bispos traindo a Fé Católica?
São, infelizmente, abundantes. Em 2001, a Comissão Doutrinal dos Bispos da França encorajou publicamente a leitura da Bíblia das Edições Bayard, sublinhando “sua fidelidade profunda à Revelação Divina”. Ora, essa edição da Bíblia nega a historicidade dos fatos descritos nos Evangelhos. Em 2003, o bispo de Limoges, Monsenhor Dufour declarou no sermão: “Nós não sabemos se Deus existe. Não sabemos com certeza científica; mas podemos saber pela Fé.” Ora, São Paulo e a Igreja ensinam que a existência de Deus pode ser conhecida com certeza, pela razão, mesmo sem a Fé.” (Se alguém disser que o Único e Verdadeiro Deus, nosso Criador e Mestre, não pode ser conhecido com certeza pela luz natural da razão humana, por meio da coisas que foram criadas, seja anátema. Concílio Vaticano I, Constituição Dei Filius, DS 3026).
Em 6 de novembro de 1997, durante uma conferencia em Berlim, o Presidente da Conferência Episcopal Alemã, Monsenhor Karl Lehmann, nomeou Lutero “Doutor Comum”, título que habitualmente dado pela Igreja a Santo Tomás de Aquino!
A lista desses exemplos poderia ser prolongada indefinidamente. É um fato, infelizmente, que numerosos bispos contradizem artigos de Fé fundamentais.

O Papa tem também parte na atual crise na Igreja?
Como já evocamos, uma das características da crise atual na Igreja é ser fomentada pelas mais altas autoridades da Igreja. Os papas, até o presente, favoreceram essa crise: 1°) apoiando teólogos modernistas; 2°) defendendo eles mesmos opiniões e promovendo ações inconciliáveis com a Fé católica; 3°) pondo obstáculos ao trabalho dos defensores da Fé.

O Papa João XXIII tem responsabilidade pela crise atual?
João XXIII (1958 – 1963) é o papa que fez explodir a crise que estava encubada há décadas. Apesar das vozes que o alertavam, convocou o Concílio Vaticano II. Seu aggionarmento virou a palavra de ordem de uma perturbação sem limites, assim como da introdução do espírito do mundo na Igreja.

Pode-se verdadeiramente repreender João XXIII pela convocação do Vaticano II?
Mais ainda pela convocação em si mesma, deve-se repreender em João XXIII a finalidade e o espírito dessa convocação. No discurso de abertura do Concílio, João XXIII, depois de ter lembrado que a Igreja nunca deixou de condenar os erros, continuou: “Mas, hoje, a Esposa de Cristo prefere recorrer ao remédio de misericórdia de preferência a brandir as armas da severidade. Ela pensa que, em vez de condenar, responde melhor às necessidades de nossa época colocando mais em destaque as riquezas de sua doutrina. Claro, não faltam doutrinas e opiniões falsas, perigos que se devem alertar e que se devem rejeitar; mas tudo isso é tão manifestamente oposto aos princípios da honestidade e trás frutos tão amargos que hoje os homens parecem começar a condená-las por si mesmos.”
O Papa opunha-se também aos “profetas de desgraças” e pensava que os desapareceriam por si mesmos “como neblina sob o sol”.

O que há de culpável nessas declarações?
Esse ponto de vista ingênuo não tem nada a ver com a realidade. O budismo, o islamismo, o protestantismo são erros que existem a séculos e nunca desapareceram por si mesmos. Ao contrário, propagam-se sempre mais, porque a Igreja hoje se recusa a condená-los. Na própria Igreja, apesar das previsões otimistas do Papa João XXIII, a Verdade não resplandeceu; pelo contrário, uma multidão de erros se espalhou.

Há outros exemplos do pacifismo de João XXIII?
Monsenhor Lefebvre, membro da Comissão Preparatória do Concílio foi testemunha de um episódio pior ainda. Quando se escolhiam os peritos do Concílio, ele se surpreendia de encontrar nas listas, contrariamente ao regulamento, ao menos três padres que tinham sido condenados por Roma por causa de sua doutrina. No fim da reunião, o Cardeal Ottaviani veio até Monsenhor Lefebvre e explicou que aquele havia sido o desejo expresso do papa. O papa queria no Concílio, peritos cuja integridade da Fé estava sujeita a precaução.

Qual foi a atitude de seu sucessor, o Papa Paulo VI?
O Papa Paulo VI (1963 – 1978), que continuou com o Concílio após a morte de João XXIII, apoiou abertamente os liberais. Nomeou quatro cardeais – Dopfner, Suenens, Lecaro e Agagianian – moderadores do Concílio. Os três primeiros eram liberais bem conhecidos; o quarto, uma personalidade pouco marcante.

Paulo VI não se opôs, durante o Concílio, aos bispos liberais (notadamente durante o que estes chamaram de “semana negra” em novembro de 1964)?
Paulo VI as vezes freou os liberais mais extremistas; mas, geralmente, favoreceu os liberais mais moderados. Em 7 de dezembro de 1965m declarou aos bispos reunidos para o encerramento do Concílio: “A Religião do Deus que se fez homem encontrou-se com a religião – pois o é – do homem que se faz deus. O que aconteceu? Um choque, uma luta, um anátema? Isso poderia ter ocorrido: mas não aconteceu. A velha história do Samaritano foi o modelo da espiritualidade do Concílio. Uma simpatia sem limites invadiu-o todo inteiro. A descoberta das necessidades humanas (e elas são tanto maiores quanto o filho da terra se faz maior) absorveu a atenção do nosso Sínodo. Reconhecei ao menos esse mérito, vós, humanistas modernos, que renunciais à transcendência das coisas supremas, e sabei reconhecer nosso novo humanismo: nós também, mais que quaisquer outros, nós temos o culto do Homem.” Discurso do encerramento do Concílio, em 7 de dezembro de 1965. DC 1462 (1966).

O que se deve pensar dessa declaração?
Pode-se compará-la à ordem dada por São Pio X em sua primeira encíclica: “É preciso, por todos os meios e ao preço de todos os esforços, desarraigar inteiramente essa monstruosa e detestável iniquidade própria dos tempos em que vivemos, e pela qual o homem se substitui a Deus.”
Nota: Na encíclica Supremi Apostolatus, São Pio X designava, no passado, como uma característica própria ao Anti-Cristo o fato de que o homem, com uma temeridade sem nome, usurpou o lugar do Criador, elevando-se acima de tudo o que carrega o nome de Deus. E a um tal ponto que, impotente para extinguir completamente em si a noção de Deus, ele se afasta do julgo de sua majestade e dedica-se a si mesmo o mundo visível como um templo, onde pretende receber as adorações de seus semelhantes.

De onde pode provir essa ideia de culto do homem?
A maçonaria, que tem por objetivo a destruição da Igreja Católica, prega o culto do homem. Ouvindo Paulo VI, os maçons devem ter saboreado seu triunfo. Não é exatamente a realização dos planos que forjaram no século XIX?

Como se podem conhecer os planos traçados pela maçonaria contra a Igreja?
Os planos da maçonaria são conhecidos, entre outros, pela correspondência secreta dos chefes Alta Venda italiana, que caiu nas mãos da policia do Vaticano em 1846 e cuja a publicação foi ordenada pelo Papa Gregório XVI.

O que prevêem esses planos maçônicos?
A correspondência apreendida e publicada mostra que os maçons queriam tudo empreender para que, um dia, pudesse subir no Trono de Pedro o que chamavam de “Um papa segundo nossas necessidades”. E explicavam: “Esse pontífice, como a maior parte de seus contemporâneos, estará necessariamente, mais ou menos imbuído dos princípios (...) humanitários que iremos começar a colocar em circulação (...) Vós tereis pregado uma revolução em tiara e pluvial, andando com a cruz e o estandarte, uma revolução que não terá mais necessidade de ser enfurecida, para colocar fogo nos quatro cantos da Terra.

Pode-se dizer verdadeiramente que Paulo VI foi esse papa imbuído dos princípios humanitários?
O hino seguinte, que foi entoado pelo Papa Paulo VI, quando o homem pisou na lua, poderia muito bem convir à boca de um maçom: “Honra ao Homem, ao Pensamento, à Ciência, à Técnica, ao Trabalho, à ousadia humana (...) Honra ao Homem, Rei da Terra e agora Príncipe dos Céus.” Paulo VI, 13 de julho de 1969, DC n° 1580 (1971), p. 156.

Paulo VI tem outras responsabilidades pela crise atual?
Paulo VI foi também o papa que introduziu o novo rito da Missa, cuja nocividade analisaremos em parte específica.

O que é preciso assinalar ainda sobre Paulo VI?
Foi sob o reinado de Paulo VI que começou a perseguição dos padres que queriam permanecer católicos e se recusavam a entregar os fiéis ao protestantismo, ao modernismo e à apostasia.

João Paulo II não operou uma reestruturação?
Dotado de um temperamento mais forte que Paulo VI, João Paulo II (1978 – 2005) podia parecer mais firme em certos pontos mas ele também se engajou mais resolutamente na via das novidades. Promoveu ações às quais, antigamente, estava ligada a nota de apostasia ou de suspeita de heresia.

Pode-se citar um exemplo?
Em 29 de maio de 1982, João Paulo II recitou o Credo com o pretenso arcebispo anglicano, Monsenhor Runcie, na Catedral Canterbury. Depois, ainda deu a benção com ele. O chefe anglicano estava vestido com todos os seus paramentos pontificais, embora não passasse de um leigo em razão da invalidade das Ordens Anglicanas.

Há outros exemplos do gênero?
Há piores: a cooperação em ritos idolátricos. Em agosto de 1985, João Paulo II participou de um rito animista num bosque sagrado, em Togo. Em 2 de fevereiro de 1986, em Bobaim, recebeu na testa o Tylak, simbolizando o terceiro de Shiva. Em 5 de fevereiro, em Madras, recebeu o Vibhuti (cinzas sagradas), sinal dos adoradores de Shiva e de Vishnu.

Até onde foi a cooperação do papa com os falsos cultos?
O triste ápice dessas atividades ocorreu na reunião de Assis de 27 de outubro de 1986. O Papa havia convidado todas as religiões do mundo para vir rezar pela paz, em Assis, cada uma seguindo seu rito. As igrejas católicas foram postas à disposição para a celebração de ritos pagãos. Na Igreja de São Pedro, fez-se mesmo entronizar uma estátua de Buda sobre o Tabernáculo.

Mas não é bom promover a paz e rezar nessa intenção?
Não é a paz, mas a idolatria e a supertição que são más, porque atentam gravemente contra a honra de Deus. Ora, uma boa intenção nunca pode permitir o cometimento ou o encorajamento de atos maus em si.

João Paulo II parou por ai?
Desde 1986, João Paulo II continuou a encorajar todos os anos as reuniões inter-religiosas do tipo de Assis. Mas ele também continuou com os gestos espetaculares de apoio às falsas religiões. Em 14 de maio de 1999, beijou publicamente o Alcorão. A fotografia desse gesto, abundantemente espalhada nos países muçulmanos, somente pôde confortar os maometanos em sua falsa religião.

Bento XVI não anunciou um retorno à Tradição?
Bento XVI é, sem dúvida, mais favorável a tradição litúrgica do que João Paulo II. Deu mais liberdade à liturgia tradicional por seu Motu Proprio de 07 de julho de 2007, apesar da oposição de numerosos bispos (notadamente na França e na Alemanha).
Mas se tem o coração tradicional, também recebeu uma formação modernista. Nos livros que escreveu quando era jovem teólogo, encontram-se numerosas afirmações contra a Fé, por vezes no limite da heresia. Mesmo que aparentemente tenha mudado de opinião sobre alguns pontos, não desautorizou seus antigos erros. Seu livro A Fé cristã ontem e hoje, por exemplo, ainda editado e vendido, coloca em questão, entre outras coisas, a Divindade de Cristo.
Bento XVI quer também salvar o Concílio Vaticano II. É por isso que tenta situá-lo na continuidade da Tradição. Veremos que isso é impossível.

Bento XVI promoveu gestos tão escandalosos como João Paulo II?
O Pontificado de Bento XVI apresenta-se mais sério do que seu predecessor. Apesar de tudo, já fez alguns atos que não são compatíveis com a Fé Católica.
Na Missa de exéquias de João Paulo II, onze dias antes de ser eleito papa, o Cardeal Ratzinger deu a comunhão na mão ao Irmão Roger Schtz, de Taizé, sabendo que ele era protestante.
No curso da mesma Missa, falou de João Paulo II “apoiando-se na janela da casa do Pai”, indicando assim que João Paulo II já estaria no Paraíso esmigalhando o Purgatório e procedendo a uma canonização instantânea.
Na sua primeira homilia papal, Bento XVI prometeu promover o diálogo ecumênico do qual o Papa João Paulo II se teria feito campeão.
Em 19 de agosto de 2005, apenas quatro meses depois de sua eleição, visitou a sinagoga de Colônia, dando assim a entender que o culto que lá é celebrado seria agradável a Deus (não se tratava, evidentemente, de um passeio turístico ou privado, mas de um gesto público, fortemente simbólico, que Bento XVI acrescentou por iniciativa própria, à agenda de sua visita à Alemanha).
Em 30 de novembro de 2006, Bento XVI se pôs descalço (e calçou calçados islâmicos brancos) para penetrar na mesquita azul de Istambul. Ali, depois de virar-se para Meca, recolheu-se por alguns instantes, de mãos cruzadas sobre o ventre. Aqui também sua atitude deu a entender que o culto praticado nessa mesquita era legítimo e agradável a Deus.
No dia 04 de fevereiro de 2008, Bento XVI modificou o Missal tradicional, suprimindo qualquer menção à cegueira dos judeus na oração feita na intenção dos mesmos, na Sexta-Feira Santa.
Fonte: Catecismo da Crise na Igreja – Pe. Matthias Gaudron – FSSPX – 2.011- Editora Permanência

segunda-feira, 5 de março de 2012

Nossa posição sobre a Campanha da Fraternidade 2012

“Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode precipitar a alma e o corpo na Geena”. (Mt 10,28)

Prezados leitores,

Salve Maria!

É com a indignação costumeira que escrevemos mais este artigo a fim de protestar (no sentido mais católico da palavra) a despeito da nova Campanha da “Fraternidade”.

É cediço que a CNBB não tem poder de jurisdição alguma sobre os fiéis [1] por se tratar de um órgão meramente administrativo que existindo ou não, tudo continua como está. Já diziam: é uma coisa tal que sem a qual o mundo estaria tal qual. Também é cediço que estas chamadas campanhas da fraternidade são nada mais nada menos que empecilhos para que o fiel católico se desvirtue do verdadeiro sentindo da quaresma, de penitência, oração, jejum e caridade. Mas, há de se perguntar, como se faz isso? Como que a CF provoca tamanho estrago na consciência cristã? Passo a responder de forma bastante simples e humilde com fundamentos bastante rasos sem teologia tomista ou agostiniana alguma.


Do dever dos bispos:

Conforme preceitua o Catecismo, o múnus episcopal sugere um dever do bispo de apascentar as suas ovelhas na sua diocese sendo docente na mesma. A função do bispo é de governar a Igreja de Deus nas sedes que lhes são confiadas, sob as dependências do Sumo Pontífice.

O dever dos bispos, então, é o de apascentar as ovelhas do redil petrino na forma espiritual e não criar manifestos, passeatas, campanhas e outros tipos de empreitadas que coloque em risco a fé popular ou mesmo que não contribua para o crescimento da fé daqueles que lhe estão submissos.


Dos temas e lemas totalmente profanos:

Não é necessário explicar que a palavra “profano” quer dizer “o que está de fora”, mas como já expliquei, agora aplico esta definição aos temas e lemas das campanhas da fraternidade cnbebistas. Não vou falar de todas, é claro, só vou citar algumas e entraremos no mérito destas: 2001 - tema e lema: Vida sim, drogas não!, 2002 - tema: Fraternidade e povos indígenas / Lema: Por uma terra sem males!, 2003 - tema: A fraternidade e as pessoas idosas / Lema: Vida, dignidade e esperança., 2004 - tema: A fraternidade e a água / Lema: Água, fonte de vida., 2005 (ecumênica) - tema: A Fraternidade e Paz / Lema: Felizes os que promovem a paz!, 2006 - tema: Fraternidade e pessoas com deficiência / Lema: Levanta- te e vem para o meio!, 2007 - tema: Fraternidade e Amazônia/Lema: Vida e missão neste chão, 2008 - tema: Fraternidade e Defesa da Vida /Lema: Escolhe, pois, a Vida, 2009 - tema: Fraternidade e segurança pública / Lema: A paz é fruto da justiça, 2010 (ecumênica) - tema: Economia e Vida / Lema: Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro, 2011 - tema: Fraternidade e a Vida no Planeta / Lema: A Criação Geme em Dores de Parto e, por fim, 2012 – Tema: Fraternidade e saúde pública / Lema: Que a saúde se difunda sobre a terra.

Desculpe, caros leitores, tê-los feito ler tanta baboseira, mas foi preciso para que vocês vissem o que a CNBB se propõe a nos encorajar durante o período quaresmal. São temas TOTALMENTE profanos! Ou seja, os temas não têm ligação alguma com o período quaresmal, quiçá com a Sã Doutrina do Evangelho.  Algumas frases de lemas e temas dizem ser retiradas das Sagradas Escrituras, mas que, como fazem muitos, pegam um versículo isolado e semeiam com se fosse este o objetivo central.

Está claro, caros leitores, que temas profanos não converte a ninguém. Eu nunca ouvi dizer que, plantando árvores alguém fosse salvo. Não conheço vida de nenhum santo que se converteu plantando árvores ou desassoreando rios. Nunca houve e nunca haverá relatos de santos que assim se fizeram santos por uma vida de santidade defendendo segurança ou saúde pública.

Disse Nosso Senhor: Dai à César o que é de César. Ou seja: Deixe que as coisas profanas sejam cuidadas por quem de direito. Mas Nosso Senhor também disse: Dai à Deus o que é de Deus, ou seja, que cuide das coisas do Senhor àqueles que Ele separou para Si. O que aconteceu e vem acontecendo na Igreja (sobretudo latino-americana) nos últimos exatos 50 anos, meus amigos, é uma revolução marxista/comunista que desafia o poder divino sobrenatural. Se pegarmos as diretrizes que saem todos os anos sobre as famigeradas campanhas da fraternidade para analisar a fundo, encontraremos gnoses, modernismo, ecumenismo, liberdade religiosa, e até mesmo panteísmo. [2] Peguem os textos e, se tiverem estômago, leiam.

Das campanhas da fraternidade “ecumênicas”:

Com tudo isso dito, não há de se estranhar em que tivessem neste meio as chamadas “campanhas da fraternidade ecumênicas”. Elas acontecem num prazo de 5 anos. Também não há que se estranhar que os bispos que organizam estas malfadadas campanhas não conheçam a Carta Encíclica “Mortalium Animos” do Papa (este sim, de saudosa memória) Pio XI.

Na referida Carta, o Papa condena qualquer tipo de ecumenismo como praticado nos moldes atuais que não visa converter uma barata sequer. Diz a Carta Encíclica:

Por isto costumam realizar por si mesmos convenções, assembléias e pregações, com não medíocre freqüência de ouvintes e para elas convocam, para debates, promiscuamente, a todos: pagãos de todas as espécies, fiéis de Cristo, os que infelizmente se afastaram de Cristo e os que obstinada e pertinazmente contradizem à sua natureza divina e à sua missão.
Sem dúvida, estes esforços não podem, de nenhum modo, ser aprovados pelos católicos, pois eles se fundamentam na falsa opinião dos que jogam que quaisquer religiões são, mais ou menos, boas e louváveis, pois, embora não de uma única maneira, elas alargam e significam de modo igual aquele sentido ingênito e nativo em nós, pelo qual somos levados para Deus e reconhecemos obsequiosamente o seu império.

Erram e estão enganados, portanto, os que possuem esta opinião: pervertendo o conceito da verdadeira religião, eles repudiam-na e gradualmente inclinam-se para o chamado Naturalismo e para o Ateísmo. Daí segue-se claramente que quem concorda com os que pensam e empreendem tais coisas afasta-se inteiramente da religião divinamente revelada. (...)
(...) Acreditamos, pois, que os que afirma serem cristão, não possam fazê-lo sem crer que uma Igreja, e uma só, foi fundada por Cristo.

Entenderam? Agora a pergunta que não quer se calar: Como que pode, bispos católicos incitarem a desobediência à Tradição da Igreja? Não se sabe donde tiram tanta “criatividade” para ofender à Verdadeira Fé.

Portanto, leitores, não se pode fazer “campanhas da fraternidade de caráter ecumênico” por estes e outro motivos. Com este falso ecumenismo, paira uma falsa crença de que todas as religiões são boas e que todas nos levam à Deus. Ecumenismo só existe quando é para converter os que estão fora do redil petrino e não para lançar fora as ovelhas deste redil. Recomendo que leiam a “Mortalium Animos”.

Da Campanha da Fraternidade 2012:

Caros leitores, para não ficar um artigo enfadonho, me reservarei apenas em tratar da dita campanha da fraternidade deste ano. O tema é: “Fraternidade e saúde pública” e o lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra”.

Vamos começar falando sobre a fraternidade da CF, que mais me parece lema da Revolução Francesa. A palavra fraternidade vem do latim frater que quer dizer irmãos, ou seja, fraternidade quer dizer “coisas de irmãos”. Podemos ser irmãos sendo tão diferentes? Podemos ser irmãos atacando a Mãe com vis artimanhas travestidas de católicas? Esta fraternidade quimérica não existe, nunca existiu e nunca existirá, não aqui nesta terra. Na segunda parte do tema, lemos: “Saúde pública”. O que será que a CNBB tem a nos ensinar sobre saúde e sobre saúde pública?

Vejamos: A saúde do corpo é necessária para dar vitalidade e perfeição aos nossos trabalhos. A saúde d’alma é aquela que é essencial para nos dá a vida eterna. Nosso Senhor disse que o que deveríamos temer não a doença física e sim a doença espiritual.

Não se ouve mais nem nas catequeses da vida tampouco nas missas paroquiais falar dos sacramentos dos mortos ou sacramentos de cura. Parece que todos estão curados e vivos! Mas, como tratar de saúde (na CF 2012, v.g.) sem falar de sacramentos de cura ou dos sacramentos dos mortos? É possível? Para a CNBB  sim, porque nas missas quaresmais não se fala mais disso e os padres ficam e ficarão por conta de falar de uma saúde pública partidária.

Nesta quaresma, meus amigos, nós ouviremos dos púlpitos a falar da saúde pública como que fosse apenas a saúde do corpo necessária.

Do pronunciamento do Santo Padre sobre a CF/2.012

Este assunto incomodou tanto que chegou aos ouvidos de Roma e foi preciso que o Papa Bento XVI se pronunciasse a respeito desta CF. O Santo Padre recitando as escrituras adverte os bispos brasileiros: “pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma?”[3]. Os bispos se esqueceram que a saúde do corpo é modo secundário de ver a vida, pois, o que é para a eternidade é a alma e não o corpo material.

Da saúde pública e do aborto (dos últimos fatos):

Outro dia, a nova ministra para as mulheres disse em alto e bom som que “o aborto é uma questão de saúde pública”. Porque será que apenas um bispo se pronunciou publicamente contra esta horrenda declaração? Será que para a CNBB o aborto é também uma questão de saúde pública? Num país onde existe (ou ao menos diz existir) 80 % (oitenta por cento, sic!) de pessoas que se dizem cristãs deixar impune uma declaração desta é de se espantar. Porque até agora os bispos todos juntos e cada um em particular não se manifestou acerca disso?

Da saúde que precisamos:

Por certo, como já dissemos, nós precisamos de saúde corporal, mas mais do que isso, precisamos de saúde espiritual! Há quantos e quantos que morrem espiritualmente porque os médicos (padres e bispos) são negligentes no seu pastoreio? Quantos e quantos católicos não tomam parte mais nos sacramentos por falta de incentivo do clero? Antes o contrário! Desencorajam os fiéis a uma vida de perfeição quando olham para os seus feitos, maus exemplos. Quantos e quantos fiéis desvirtuam do verdadeiro caminho porque o pastor que o conduz é um pastor mercenário e não tem exemplo algum para passar para os seus fiéis? Morrem, os fiéis, à míngua porque não tem quem os cure, porque não tem quem os exortem, porque não tem quem os conduz às verdes pastagens. É desta saúde que os fiéis estão precisando. Os fiéis estão sedentos é de vida com abundância e não de uma saúde partidária e passageira.

Em suma, o que devemos temer não é a doença corporal e sim a doença espiritual. Devemos temer quem nos faz mal à alma. Devemos temer os pastores mercenários. Eles sim, podem nos fazer muito mal à saúde.

Só queria recordar que esta missiva não trata de um ato de rebeldia contra a Hierarquia da Igreja ou mesmo contra a CNBB, é apenas para lembrar os nossos pastores que o que mais precisamos é saúde para a alma e que, tendo a alma sã, corremos atrás do resto.

“O negócio da eterna salvação é, sem dúvida, o mais importante, e, contudo, é aquele de que os cristãos mais se esquecem” (Santo Afonso Maria de Ligório, Preparação para a Morte, Consideração XII, Ponto I)

Notas:

sexta-feira, 2 de março de 2012

Em Betim, encontro escandaloso no convento franciscano

Por Rafael Horta


Em Betim, o convento franciscano Santa Maria dos Anjos, localizado no centro da cidade vem promovendo alguns encontros ecumênicos escandalosos, contrariando e desprezando toda a História e Tradição da Santa Igreja.
Eles desejam uma sociedade mais justa e fraterna. Eles fazem tudo para que o homem se regozije neste “vale de lágrimas”. Esquecem-se que Nosso Senhor falou que “Seu Reino não é deste mundo”. E não ensinam aos fiéis que nós estamos somente de passagem por essa Terra e devemos nos esforçar para conquistar o Céu.
Na encíclica Mortalium Animos do Papa Pio XI, mostra, com uma clareza típica da ortodoxia católica, em que consiste o verdadeiro ecumenismo, a verdadeira unidade querida por Deus e ao mesmo tempo condena o sincretismo religioso, que mistura como numa salada, a Igreja de Cristo, os protestantes hereges e os cultuadores do demônio, por que sabemos como diz São Paulo, que os deuses dos pagãos são demônios.
Ora, isso é algo impossível de acontecer. Nos dizeres do mesmo São Paulo: “que comunhão pode haver entre Cristo e Belial? Que comunhão entre a luz e as trevas?” Logo, esses promotores desses encontros agem contra a vontade de Nosso Senhor e da Igreja. Passemos as palavras do Papa.
“Por isto costumam realizar por si mesmos convenções, assembléias e pregações, com não medíocre freqüência de ouvintes e para elas convocam, para debates, promiscuamente, a todos: pagãos de todas as espécies, fiéis de Cristo, os que infelizmente se afastaram de Cristo e os que obstinada e pertinazmente contradizem à sua natureza divina e à sua missão.”
E o Papa prossegue:
Estes esforços não podem, de nenhum modo, ser aprovados pelos católicos, pois eles se fundamentam na falsa opinião dos que julgam que quaisquer religiões são, mais ou menos, boas e louváveis, pois, embora não de uma única maneira, elas alargam e significam de modo igual aquele sentido ingênito e nativo em nós, pelo qual somos levados para Deus e reconhecemos obsequiosamente o seu império.”

“Erram e estão enganados, portanto, os que possuem esta opinião: pervertendo o conceito da verdadeira religião, eles repudiam-na e gradualmente inclinam-se para o chamado Naturalismo e para o Ateísmo. Daí segue-se claramente que quem concorda com os que pensam e empreendem tais coisas afasta-se inteiramente da religião divinamente revelada.”
O Papa, Vigário de Cristo na Terra, fala de maneira bem clara e inteligível, de modo que não resta dúvida que os católicos não podem promover, participar e nem aceitar  estes tipos de encontros que estão sendo feitos pelos franciscanos de Betim. Mas continuemos com a Voz do Papa.

Entretanto, quando se trata de promover a unidade entre todos os cristãos, alguns são enganados mais facilmente ainda por uma disfarçada aparência do que seja reto.

 “Acaso alguém ousaria afirmar que ama a Cristo se, na medida de suas forças, não procura realizar as coisas que Ele desejou, ele que rogou ao Pai para que seus discípulos fossem "um" ? Acaso não quis o mesmo Cristo que seus discípulos fossem identificados por este como que sinal e fossem por ele distinguidos dos demais, a saber, se mutuamente se amassem: "Todos conhecerão que sois meus discípulos nisto: se tiverdes amor um pelo outro?”

Debaixo desses argumentos se oculta um erro gravíssimo
“Esta iniciativa é promovida de modo tão ativo que, de muitos modos, consegue para si a adesão dos cidadãos e arrebata e alicia os espíritos, mesmo de muitos católicos, pela esperança de realizar uma união que parecia de acordo com os desejos da Santa Mãe, a Igreja, para Quem, realmente, nada é tão antigo quanto o reconvocar e o reconduzir os filhos desviados para o seu grêmio.”
A Igreja sempre desejou e lutou para que os hereges, cismáticos e protestantes voltassem para a união verdadeira. É preciso se converter e voltar para o lugar de onde não deviriam ter saído.

Mas esses homens, fautores do erro, negam e desprezam a Voz da Igreja e seguem seus caminhos próprios, do modo que lhes é mais cômodo e que seja “politicamente correto.”
E o Papa segue condenando os erros dos franciscanos de Betim.

 “Muitíssimos destes negam a necessidade da Igreja de Cristo ser visível e perceptível, pelo menos na medida em que deva aparecer como um corpo único de fiéis, concordes em uma só e mesma doutrina, sob um só magistério e um só regime. Mas, pelo contrário, julgam que a Igreja perceptível e visível é uma Federação de várias comunidades cristãs, embora aderentes, cada uma delas, a doutrinas opostas entre si.”

Mais uma vez o Papa diz que não é permitido aos católicos participarem e nem apoiar tal iniciativa.
 “Assim sendo, é manifestamente claro que, aos católicos, de nenhum modo é lícito aprovar ou contribuir para estas iniciativas: se o fizerem concederão autoridade a uma falsa religião cristã, sobremaneira alheia à única Igreja de Cristo.”
E mesmo o argumento da caridade é falso se não é fundamentado numa fé firme, clara e sólida.
 “Estes pancristãos, que empenham o seu espírito na união das igrejas, pareceriam seguir, por certo, o nobilíssimo conselho da caridade que deve ser promovida entre os cristãos. Mas, dado que a caridade se desvia em detrimento da fé, o que pode ser feito?”

“Ninguém ignora por certo que o próprio João, o Apóstolo da Caridade, que em seu Evangelho parece ter manifestado os segredos do Coração Sacratíssimo de Jesus e que permanentemente costumavas inculcar à memória dos seus o mandamento novo: "Amai-vos uns aos outros", vetou inteiramente até mesmo manter relações com os que professavam de forma não íntegra e incorrupta a doutrina de Cristo: "Se alguém vem a vós e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem digais a ele uma saudação" (2 Jo. 10).”

“Pelo que, como a caridade se apóia na fé íntegra e sincera como que em um fundamento, então é necessário unir os discípulos de Cristo pela unidade de fé como no vínculo principal.”
Mas, infelizmente esses padres e, além deles muitos outros, não aceitam o que o Papa ensina.
“Nem se pode admitir que as verdades que a Igreja, através de solenes decretos, sancionou e definiu em outras épocas, pelo menos as proximamente superiores, não sejam, por este motivo, igualmente certas e nem devam ser igualmente acreditadas: acaso não foram todas elas reveladas por Deus?”
 “Pois, o Magistério da Igreja, por decisão divina, foi constituído na terra para que as doutrinas reveladas não só permanecessem incólumes perpetuamente, mas também para que fossem levadas ao conhecimento dos homens de um modo mais fácil e seguro.”
Se vê claramente que grande parte do clero brasileiro segue a pratica uma doutrina que não é mais católica, mas sim, dos inimigos da Igreja que se infiltraram a fim de destruí-la e fazer perder as almas dos fiéis.
 “Assim, Veneráveis Irmãos, é clara a razão pela qual esta Sé Apostólica nunca permitiu aos seus estarem presentes às reuniões de acatólicos por quanto não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno (a conversão) dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela.”


Para concluir, na esperança que os padre de Betim voltem também a professar a fé católica, de São Francisco de Assis e de tantos santos franciscanos e repudiar as nocivas novidades, ouçamos Lactâncio:
 "Só... a Igreja Católica é a que retém o verdadeiro culto. Aqui está a fonte da verdade, este é o domicílio da Fé, este é o templo de Deus: se alguém não entrar por ele ou se alguém dele sair, está fora da esperança da vida e salvação. é necessário que ninguém se afague a si mesmo com a pertinácia nas disputas, pois trata-se da vida e da salvação que, a não ser que seja provida de um modo cauteloso e diligente, estará perdida e extinta" (Divin. Inst. 4,30, 11-12).”

Betim, 02 de março de 2012.