Mostrando postagens com marcador Crise. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crise. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Francisco I contra Pio XI


“Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João XVIII,23)




Por Geovanne Maria Moreira.

Prezados amigos,

Salve Maria!

Assistimos estarrecidos a visita do Papa Francisco ao Brasil, suas declarações midiáticas, controversas e divorciadas do catolicismo. A dita Jornada Mundial da Juventude, que todos nós sabemos ser um evento não-católico, só deixou desolação na Terra de Santa Cruz, aos católicos, e muita euforia e festa aos dissidentes do catolicismo.

Muito bem. A cada declaração de Francisco, dever-se-ia tapar os ouvidos e, quando não, os olhos. Não temos e nunca tivemos tempo de acompanhar cada frase do Bispo de Roma (sic!), entretanto, ouvimos, após dada entrevista no Programa Fantástico, na TV Rede Globo de Televisão em 28 de julho do ano corrente, o vídeo do Sumo Pontífice em que era entrevistado por um jornalista.

Foram feitas algumas perguntas à Francisco e, muito claudicante, responde algumas perguntas às evasivas: “Não sei”, “não conheço as causas” e etc...

Uma das perguntas que lhe fora dirigida é sobre o êxodo de católicos ao protestantismo, nos últimos anos. Francisco diz, sinceramente, não saber a causa do êxodo de católicos para o protestantismo. Ora! Esta causa é tão clara, tão evidente e tão elementar que qualquer um saberia responder, entretanto, o Sumo Pontífice (sic!) diz não saber a causa desta aberração.

Pois bem! Se o Papa não arriscou um palpite, lá vamos nós:

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Bispo de BH toma partido.

“Eles [os arianos], então, possuem os templos. Vós, em contrapartida, a tradição da Fé apostólica. Eles, consolidados nesses lugares, estão na verdade à margem da verdadeira Fé, enquanto vós, que estais excluídos dos templos, permaneceis dentro dessa Fé. Confrontemos pois que coisa é mais importante, o templo ou a Fé, e ficará evidente que é mais importante a verdadeira Fé. Portanto, quem perdeu mais, ou quem possui mais, o que retém um lugar, ou o que retém a Fe? O lugar certamente é bom, suposto que ali se pregue a Fé dos Apóstolos; é santo, se ali habita o Santo. Vós sois os ditosos que pela Fé permaneceis dentro da Igreja, descansais nos fundamentos da Fé, e gozais da totalidade da Fé, que permanece não confusa. Por tradição apostólica ela chegou até vós, e muito freqüentemente um ódio nefasto quis deslocá-la, mas não conseguiu; ao contrário, esses mesmos conteúdos da Fé que eles quiseram deslocar os destruíram a eles. É isto, com efeito, o que significa afirmar: ‘TU ÉS O FILHO DO DEUS VIVO’. Portanto, ninguém prevalecerá jamais contra vossa Fé, meus queridos irmãos, e, se em algum momento Deus lhes devolver os templos, será preciso o mesmo convencimento: a Fé é mais importante que os templos.” (Santo Atanásio, Patrologia Grega, tomo 26, col. 118/90).

Prezados amigos,

Salve Maria!

Começamos mais uma vez mais uma postagem com esta famosa e pitoresca citação de Santo Atanásio e vamos explicar o por que:

Acaba de nos chegar às mãos, um jornalzinho conhecido nosso. Trata-se do “Informativo Nossa Senhora do Carmo” de BETIM/MG do mês de novembro deste ano corrente, que mensalmente é distribuído aos fiéis da Matriz e capelas que compõe a paróquia de mesmo nome.

É cediço e todos desta cidade e fora dela sabem que os padres de Betim/MG se negaram a celebrar a Missa de Sempre para os fiéis desejosos e ainda proibiram que se celebrem Missa de Sempre em qualquer capela da Cidade. Entendam porque as missas estão sendo celebradas nas casas, aqui, aqui, aqui, e aqui.

Pois bem! No “informativo” que citamos agora a pouco, vem com uma matéria do Sr. Bispo Auxiliar de Belo Horizonte/MG (arquidiocese em que estamos encravados) D. Luiz Gonzaga Fechio, (o mesmo bispo quem expediu despacho favorável à causa de Betim/MG).

O título da matéria é bastante sugestivo: “Pode ter missa em casas ou sítios?” É sabido e ressabido que em Betim/MG as Missas de Sempre estão sendo celebradas nas casas visto que não temos capelas particulares e/ou paroquiais para que sejam celebradas as missas.

Todo católico que conhece um pouco da História da Igreja sabe que no início do Catolicismo, com a perseguição aos cristãos, missas eram celebradas nas casas e nas catacumbas. Vemos isso nos Atos dos Apóstolos e nos escritos dos primeiros cristãos. Hoje também vivemos numa era parecida. Negam-nos as capelas e não querem que se celebrem missas nas casas? Celebrarão missas aonde?

No corpo da reportagem, o senhor Bispo, inclusive cita passagens onde permissões para que se celebrem missas nas casas. Não existe uma proibição legal ou moral para que isso não aconteça.

As missas que são celebradas nas casas são abertas e qualquer um pode freqüentar; da mesma forma, ninguém está obrigado a assisti-la. E quem as freqüenta tem plena consciência de que assim procedem e não ferem nenhum cânon eclesiástico ou rompe com a Tradição de há séculos, antes, o contrário.

Abaixo, o texto de S. Excelência Reverendíssima, D. Luiz Gonzaga Fechio que, infelizmente, (ainda) não se atentou ou não quis atentar para o que vem acontecendo nesta cidade. “Pode ter missa em casas ou sítios?”, Santo Atanásio responde, Excelência: A Fé é mais importante que os templos!



PODE CELEBRAR MISSAS EMBAIXO DE ÁRVORES, MAS NAS CASAS NÃO... ESTA FICAMOS POR ENTENDER, EXCELÊNCIA...

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Bastidores da "deforma litúrgica" no Brasil.

Prezados amigos,

Salve Maria!

Abaixo, um link para um texto antigo publicado no OBLATVS a respeito da “deforma litúrgica” no Brasil.

Vale à pena conhecer os bastidores da revolução litúrgica pós-conciliar nas nossas terras.



Ps.: Os destaques em vermelho, são comentários do autor do OBLATVS.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Tristes piadas: o Concílio visto por seus defensores

Historinha publicada em Viva il Concilio
Tradução e comentário Lucia Zucchi 

Dentre o farto noticiário sobre o Concílio Vaticano II publicado nos últimos dias, encontra-se o endereço de um site italiano dedicado inteiramente a esse evento. Entre documentos conciliares, precursores, estudos e análises, os responsáveis têm publicado textos de uma coletânea de piadas e histórias curiosas, Le “bolle” del Concilio,  publicado em Turim em 1967. Uma dessas histórias – se não for verdadeira, muito bem inventada – mostra o Cardeal Ottaviani, lembrado como titular do Santo Ofício e crítico da Missa Nova de Paulo VI:

O Cardeal Ottaviani reza durante o Concílio com renovado fervor. Durante as assembleias gerais, pode-se vê-lo prostrado aos pés do Santíssimo Sacramento por longas horas. Seus assessores estão começando a se inquietar. Finalmente, um deles decide e pergunta se há algo acontecendo.
 - Ai de mim!, ele responde, eu estou implorando ao céu para chamar-me e, sobretudo, para não esperar o fim do Concilio para fazer isso…

- Mas, por que diabos tanta pressa?
 - Porque eu faço questão de morrer católico …

Seria cômico, se não fosse trágico!  A perda da condição de católico que o Cardeal temia, aconteceu, na sequência do Concílio, a multidões de padres, religiosos e simples fiéis…

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Vídeo - Sinopse de erros imputados ao famigerado CVII

Prezados amigos,

Salve Maria!

Abaixo, um vídeo que narra o trabalho feito pela FSSPX sobre os erros imputados ao Concílio Vaticano II. O autor do vídeo, cuidadosamente tratou de narrar o texto e escrevê-lo a fim de facilitar a leitura dos consulentes.

Agradecemos a colaboração pelo trabalho bem feito pelo autor do vídeo e pela divulgação de tão rico material.

No Coração da Virgem Mãe Aparecida!





quinta-feira, 27 de setembro de 2012

"Servo bom e fiel, vem regozijar-te com o teu Senhor."

O fiel servo de Deus e da Virgem Santíssima!

 

Por Élida Lopes



Padre Ernesto J. Cardozo

"Se eu me encontrasse - dizia o Santo Cura d'Ars - com um Sacerdote e com um Anjo, saudaria primeiro o Sacerdote, e depois o Anjo... senão tivéssemos o Sacerdote, de nada nos valeria a Paixão e a Morte de Jesus... Para que serviria um escrínio cheio de jóias de ouro, se não houvesse alguém para abri-lo? O Sacerdote é que tem a chave dos tesouros celestes.

A venerável Catarina Vannini via, em êxtase, os Anjos que, durante a Missa, circundavam as mãos do Sacerdote e as sustentavam no momento da elevação da Hóstia e do cálice. Poderemos imaginar com que respeito e afeto a Venerável beijava aquelas mãos?

Santa Edwirges beijava as mãos do sacerdote com suma devoção, tratando-os com a mais distinta honra. Ouvia-se como ela dizia comovida a cerca dos padres: "Bendito seja quem fez Jesus descer do Céu e O deu a mim."

São Pascoal Baylon disse certa vez que era devoto das mãos consagradas do sacerdote e exclamou: “primeiro o sacerdote, depois o anjo”.

"Cada vez que virdes um Sacerdote - ensinava o Santo Cura d'Ars - pensai em Jesus."

Santa Catarina de Sena e Santa Teresa de Jesus beijavam a terra onde tivesse passado um Sacerdote.

Santa Verônica Giuliane, certo dia, tendo visto o Sacerdote subir pela escada do mosteiro para ir levar a Santa Comunhão às enfermas, ajoelhou-se ao pé da escadaria, e foi subindo de joelhos pelos degraus, beijando-os um por um, e banhando-se com lágrimas de amor

"O Sacerdote, ou é um Santo, ou é um demônio." Dizia Padre Pio

"Quem é que faz Jesus descer às hóstias? Quem é que o coloca em nossos sacrários? Quem é que o oferece às nossas almas? Quem é que purifica os nossos corações, para que possamos receber a Jesus?

É O Sacerdote: “Ministro do Tabernáculo"(Hbr.13,10)
                             “Ministro da Reconciliação"(2Cor.5,18),
                             "Dispensador dos mistérios Divinos"(1Cor.4,1).

S. João Bosco dizia que: "Um Padre, ao Paraíso ou ao inferno nunca vai sozinho: vão sempre com ele almas em grande número, ou salvas pelo seu santo ministério e com o seu bom exemplo, ou perdidas pela sua negligencia no cumprimento dos próprios deveres e pelos seus maus exemplos."

terça-feira, 31 de julho de 2012

A crise da Igreja é uma crise dos Bispos

Com a palavra, S. Excia. Revma. D. Licínio Rangel:

(clique na fotografia para ampliá-la)



Fonte

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Procissão "católica" com "ai se eu te pego!"

Prezados amigos,

Salve Maria!


E no ritmo do Concílio Vaticano II, uma procissão "católica" com o fundo musical de "Ai se eu te pego!"


Queremos acreditar que isso seja uma montagem... Confiram:


Perguntas e respostas sobre a crise na Igreja. Impossível não ler!

A CRISE NA IGREJA

Foto de abertura do Concílio Vaticano II
Que participação tem os bispos na crise atual da Igreja?
“A crise da Igreja é uma crise de bispos,” disse o Cardeal Seper. Entre os quatro mil bispos da Igreja Católica, há certamente os que querem ser católicos e servir a Fé; mas, com a maior parte deles a Fé é muito maltratada. Em vez de defendê-la, permitem padres e professores que negam abertamente uma ou muitas verdades de Fé; pior ainda, os encorajam. Muitos bispos sustentam, eles mesmos, posições incompatíveis com a Fé e a Moral católicas.

Pode-se citar alguns exemplos?
Na França, o Cardeal Lustiger, Arcebispo de Paris, falecido em 2007, dizia publicamente que os judeus não precisam se converter ao Cristianismo. O proselitismo com eles não teria nenhum sentido.
De modo análogo, Monsenhor Doré, Arcebispo de Estrasburgo (e antigo decano da Faculdade de Teologia do Instituto Católico de Paris), nega que os judeus, tendo recusado a Cristo, possam ser considerados “infiéis” e “cegos”: não são eles que devem se converter, mas ao contrário, os católicos que usurparam seu lugar, pretendendo-se o “Novo Israel”.

Podem-se citar outros exemplos de bispos traindo a Fé Católica?
São, infelizmente, abundantes. Em 2001, a Comissão Doutrinal dos Bispos da França encorajou publicamente a leitura da Bíblia das Edições Bayard, sublinhando “sua fidelidade profunda à Revelação Divina”. Ora, essa edição da Bíblia nega a historicidade dos fatos descritos nos Evangelhos. Em 2003, o bispo de Limoges, Monsenhor Dufour declarou no sermão: “Nós não sabemos se Deus existe. Não sabemos com certeza científica; mas podemos saber pela Fé.” Ora, São Paulo e a Igreja ensinam que a existência de Deus pode ser conhecida com certeza, pela razão, mesmo sem a Fé.” (Se alguém disser que o Único e Verdadeiro Deus, nosso Criador e Mestre, não pode ser conhecido com certeza pela luz natural da razão humana, por meio da coisas que foram criadas, seja anátema. Concílio Vaticano I, Constituição Dei Filius, DS 3026).
Em 6 de novembro de 1997, durante uma conferencia em Berlim, o Presidente da Conferência Episcopal Alemã, Monsenhor Karl Lehmann, nomeou Lutero “Doutor Comum”, título que habitualmente dado pela Igreja a Santo Tomás de Aquino!
A lista desses exemplos poderia ser prolongada indefinidamente. É um fato, infelizmente, que numerosos bispos contradizem artigos de Fé fundamentais.

O Papa tem também parte na atual crise na Igreja?
Como já evocamos, uma das características da crise atual na Igreja é ser fomentada pelas mais altas autoridades da Igreja. Os papas, até o presente, favoreceram essa crise: 1°) apoiando teólogos modernistas; 2°) defendendo eles mesmos opiniões e promovendo ações inconciliáveis com a Fé católica; 3°) pondo obstáculos ao trabalho dos defensores da Fé.

O Papa João XXIII tem responsabilidade pela crise atual?
João XXIII (1958 – 1963) é o papa que fez explodir a crise que estava encubada há décadas. Apesar das vozes que o alertavam, convocou o Concílio Vaticano II. Seu aggionarmento virou a palavra de ordem de uma perturbação sem limites, assim como da introdução do espírito do mundo na Igreja.

Pode-se verdadeiramente repreender João XXIII pela convocação do Vaticano II?
Mais ainda pela convocação em si mesma, deve-se repreender em João XXIII a finalidade e o espírito dessa convocação. No discurso de abertura do Concílio, João XXIII, depois de ter lembrado que a Igreja nunca deixou de condenar os erros, continuou: “Mas, hoje, a Esposa de Cristo prefere recorrer ao remédio de misericórdia de preferência a brandir as armas da severidade. Ela pensa que, em vez de condenar, responde melhor às necessidades de nossa época colocando mais em destaque as riquezas de sua doutrina. Claro, não faltam doutrinas e opiniões falsas, perigos que se devem alertar e que se devem rejeitar; mas tudo isso é tão manifestamente oposto aos princípios da honestidade e trás frutos tão amargos que hoje os homens parecem começar a condená-las por si mesmos.”
O Papa opunha-se também aos “profetas de desgraças” e pensava que os desapareceriam por si mesmos “como neblina sob o sol”.

O que há de culpável nessas declarações?
Esse ponto de vista ingênuo não tem nada a ver com a realidade. O budismo, o islamismo, o protestantismo são erros que existem a séculos e nunca desapareceram por si mesmos. Ao contrário, propagam-se sempre mais, porque a Igreja hoje se recusa a condená-los. Na própria Igreja, apesar das previsões otimistas do Papa João XXIII, a Verdade não resplandeceu; pelo contrário, uma multidão de erros se espalhou.

Há outros exemplos do pacifismo de João XXIII?
Monsenhor Lefebvre, membro da Comissão Preparatória do Concílio foi testemunha de um episódio pior ainda. Quando se escolhiam os peritos do Concílio, ele se surpreendia de encontrar nas listas, contrariamente ao regulamento, ao menos três padres que tinham sido condenados por Roma por causa de sua doutrina. No fim da reunião, o Cardeal Ottaviani veio até Monsenhor Lefebvre e explicou que aquele havia sido o desejo expresso do papa. O papa queria no Concílio, peritos cuja integridade da Fé estava sujeita a precaução.

Qual foi a atitude de seu sucessor, o Papa Paulo VI?
O Papa Paulo VI (1963 – 1978), que continuou com o Concílio após a morte de João XXIII, apoiou abertamente os liberais. Nomeou quatro cardeais – Dopfner, Suenens, Lecaro e Agagianian – moderadores do Concílio. Os três primeiros eram liberais bem conhecidos; o quarto, uma personalidade pouco marcante.

Paulo VI não se opôs, durante o Concílio, aos bispos liberais (notadamente durante o que estes chamaram de “semana negra” em novembro de 1964)?
Paulo VI as vezes freou os liberais mais extremistas; mas, geralmente, favoreceu os liberais mais moderados. Em 7 de dezembro de 1965m declarou aos bispos reunidos para o encerramento do Concílio: “A Religião do Deus que se fez homem encontrou-se com a religião – pois o é – do homem que se faz deus. O que aconteceu? Um choque, uma luta, um anátema? Isso poderia ter ocorrido: mas não aconteceu. A velha história do Samaritano foi o modelo da espiritualidade do Concílio. Uma simpatia sem limites invadiu-o todo inteiro. A descoberta das necessidades humanas (e elas são tanto maiores quanto o filho da terra se faz maior) absorveu a atenção do nosso Sínodo. Reconhecei ao menos esse mérito, vós, humanistas modernos, que renunciais à transcendência das coisas supremas, e sabei reconhecer nosso novo humanismo: nós também, mais que quaisquer outros, nós temos o culto do Homem.” Discurso do encerramento do Concílio, em 7 de dezembro de 1965. DC 1462 (1966).

O que se deve pensar dessa declaração?
Pode-se compará-la à ordem dada por São Pio X em sua primeira encíclica: “É preciso, por todos os meios e ao preço de todos os esforços, desarraigar inteiramente essa monstruosa e detestável iniquidade própria dos tempos em que vivemos, e pela qual o homem se substitui a Deus.”
Nota: Na encíclica Supremi Apostolatus, São Pio X designava, no passado, como uma característica própria ao Anti-Cristo o fato de que o homem, com uma temeridade sem nome, usurpou o lugar do Criador, elevando-se acima de tudo o que carrega o nome de Deus. E a um tal ponto que, impotente para extinguir completamente em si a noção de Deus, ele se afasta do julgo de sua majestade e dedica-se a si mesmo o mundo visível como um templo, onde pretende receber as adorações de seus semelhantes.

De onde pode provir essa ideia de culto do homem?
A maçonaria, que tem por objetivo a destruição da Igreja Católica, prega o culto do homem. Ouvindo Paulo VI, os maçons devem ter saboreado seu triunfo. Não é exatamente a realização dos planos que forjaram no século XIX?

Como se podem conhecer os planos traçados pela maçonaria contra a Igreja?
Os planos da maçonaria são conhecidos, entre outros, pela correspondência secreta dos chefes Alta Venda italiana, que caiu nas mãos da policia do Vaticano em 1846 e cuja a publicação foi ordenada pelo Papa Gregório XVI.

O que prevêem esses planos maçônicos?
A correspondência apreendida e publicada mostra que os maçons queriam tudo empreender para que, um dia, pudesse subir no Trono de Pedro o que chamavam de “Um papa segundo nossas necessidades”. E explicavam: “Esse pontífice, como a maior parte de seus contemporâneos, estará necessariamente, mais ou menos imbuído dos princípios (...) humanitários que iremos começar a colocar em circulação (...) Vós tereis pregado uma revolução em tiara e pluvial, andando com a cruz e o estandarte, uma revolução que não terá mais necessidade de ser enfurecida, para colocar fogo nos quatro cantos da Terra.

Pode-se dizer verdadeiramente que Paulo VI foi esse papa imbuído dos princípios humanitários?
O hino seguinte, que foi entoado pelo Papa Paulo VI, quando o homem pisou na lua, poderia muito bem convir à boca de um maçom: “Honra ao Homem, ao Pensamento, à Ciência, à Técnica, ao Trabalho, à ousadia humana (...) Honra ao Homem, Rei da Terra e agora Príncipe dos Céus.” Paulo VI, 13 de julho de 1969, DC n° 1580 (1971), p. 156.

Paulo VI tem outras responsabilidades pela crise atual?
Paulo VI foi também o papa que introduziu o novo rito da Missa, cuja nocividade analisaremos em parte específica.

O que é preciso assinalar ainda sobre Paulo VI?
Foi sob o reinado de Paulo VI que começou a perseguição dos padres que queriam permanecer católicos e se recusavam a entregar os fiéis ao protestantismo, ao modernismo e à apostasia.

João Paulo II não operou uma reestruturação?
Dotado de um temperamento mais forte que Paulo VI, João Paulo II (1978 – 2005) podia parecer mais firme em certos pontos mas ele também se engajou mais resolutamente na via das novidades. Promoveu ações às quais, antigamente, estava ligada a nota de apostasia ou de suspeita de heresia.

Pode-se citar um exemplo?
Em 29 de maio de 1982, João Paulo II recitou o Credo com o pretenso arcebispo anglicano, Monsenhor Runcie, na Catedral Canterbury. Depois, ainda deu a benção com ele. O chefe anglicano estava vestido com todos os seus paramentos pontificais, embora não passasse de um leigo em razão da invalidade das Ordens Anglicanas.

Há outros exemplos do gênero?
Há piores: a cooperação em ritos idolátricos. Em agosto de 1985, João Paulo II participou de um rito animista num bosque sagrado, em Togo. Em 2 de fevereiro de 1986, em Bobaim, recebeu na testa o Tylak, simbolizando o terceiro de Shiva. Em 5 de fevereiro, em Madras, recebeu o Vibhuti (cinzas sagradas), sinal dos adoradores de Shiva e de Vishnu.

Até onde foi a cooperação do papa com os falsos cultos?
O triste ápice dessas atividades ocorreu na reunião de Assis de 27 de outubro de 1986. O Papa havia convidado todas as religiões do mundo para vir rezar pela paz, em Assis, cada uma seguindo seu rito. As igrejas católicas foram postas à disposição para a celebração de ritos pagãos. Na Igreja de São Pedro, fez-se mesmo entronizar uma estátua de Buda sobre o Tabernáculo.

Mas não é bom promover a paz e rezar nessa intenção?
Não é a paz, mas a idolatria e a supertição que são más, porque atentam gravemente contra a honra de Deus. Ora, uma boa intenção nunca pode permitir o cometimento ou o encorajamento de atos maus em si.

João Paulo II parou por ai?
Desde 1986, João Paulo II continuou a encorajar todos os anos as reuniões inter-religiosas do tipo de Assis. Mas ele também continuou com os gestos espetaculares de apoio às falsas religiões. Em 14 de maio de 1999, beijou publicamente o Alcorão. A fotografia desse gesto, abundantemente espalhada nos países muçulmanos, somente pôde confortar os maometanos em sua falsa religião.

Bento XVI não anunciou um retorno à Tradição?
Bento XVI é, sem dúvida, mais favorável a tradição litúrgica do que João Paulo II. Deu mais liberdade à liturgia tradicional por seu Motu Proprio de 07 de julho de 2007, apesar da oposição de numerosos bispos (notadamente na França e na Alemanha).
Mas se tem o coração tradicional, também recebeu uma formação modernista. Nos livros que escreveu quando era jovem teólogo, encontram-se numerosas afirmações contra a Fé, por vezes no limite da heresia. Mesmo que aparentemente tenha mudado de opinião sobre alguns pontos, não desautorizou seus antigos erros. Seu livro A Fé cristã ontem e hoje, por exemplo, ainda editado e vendido, coloca em questão, entre outras coisas, a Divindade de Cristo.
Bento XVI quer também salvar o Concílio Vaticano II. É por isso que tenta situá-lo na continuidade da Tradição. Veremos que isso é impossível.

Bento XVI promoveu gestos tão escandalosos como João Paulo II?
O Pontificado de Bento XVI apresenta-se mais sério do que seu predecessor. Apesar de tudo, já fez alguns atos que não são compatíveis com a Fé Católica.
Na Missa de exéquias de João Paulo II, onze dias antes de ser eleito papa, o Cardeal Ratzinger deu a comunhão na mão ao Irmão Roger Schtz, de Taizé, sabendo que ele era protestante.
No curso da mesma Missa, falou de João Paulo II “apoiando-se na janela da casa do Pai”, indicando assim que João Paulo II já estaria no Paraíso esmigalhando o Purgatório e procedendo a uma canonização instantânea.
Na sua primeira homilia papal, Bento XVI prometeu promover o diálogo ecumênico do qual o Papa João Paulo II se teria feito campeão.
Em 19 de agosto de 2005, apenas quatro meses depois de sua eleição, visitou a sinagoga de Colônia, dando assim a entender que o culto que lá é celebrado seria agradável a Deus (não se tratava, evidentemente, de um passeio turístico ou privado, mas de um gesto público, fortemente simbólico, que Bento XVI acrescentou por iniciativa própria, à agenda de sua visita à Alemanha).
Em 30 de novembro de 2006, Bento XVI se pôs descalço (e calçou calçados islâmicos brancos) para penetrar na mesquita azul de Istambul. Ali, depois de virar-se para Meca, recolheu-se por alguns instantes, de mãos cruzadas sobre o ventre. Aqui também sua atitude deu a entender que o culto praticado nessa mesquita era legítimo e agradável a Deus.
No dia 04 de fevereiro de 2008, Bento XVI modificou o Missal tradicional, suprimindo qualquer menção à cegueira dos judeus na oração feita na intenção dos mesmos, na Sexta-Feira Santa.
Fonte: Catecismo da Crise na Igreja – Pe. Matthias Gaudron – FSSPX – 2.011- Editora Permanência

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Nota de esclarecimento - Missa Tridentina em Betim/MG

Prezados amigos,

Salve Maria!

Gostaríamos de fazer uma nota explicativa a respeito da missa tridentina em Betim que foi celebrada neste sábado, 16 de junho.

Desde janeiro deste ano, estamos sendo ATORMENTADOS pelos padres locais por causa da Santa Missa no Rito Tridentino e pelo ensinamento tradicional da Igreja.

Sabem por que estamos sendo atormentados aqui em Betim/MG? Deixa-nos explicar: Porque não estamos dispostos de defender heresias tais como “ecumenismo” nos moldes atuais, “liberdade religiosa” de qualquer espécie, tampouco a “colegialidade” imposta pelos bispos conciliares. Não estamos a fim de defender profanações na Santa Missa como vem ocorrendo nas paróquias de Betim/MG, com menininhas dançando com roupas transparentes pelo Templo; musiquetas protestanosas, heréticas e heretizantes e comunistas nas missas; teatrinhos idiotas (e mesmo os não-idiotas); instrumentos musicais mundanos e profanos nos Templos; pactos com pastores protestantes para “o bem comum”; agradar aos homens e desagradar a Deus; sermões e homilias protestantes que negam vários dogmas da Igreja; profanações contra o Santíssimo Sacramento e etc.

Estamos sendo perseguidos porque não estamos a fim de nos curvar a tantas atrocidades que vem acontecendo nas paróquias desta cidade (conforme sobredito).

Outro dia, alguém chegou a nos perguntar se nesta arquidiocese não tem bispos (sic!). Eu disse que temos ARCEBISPO e mais 4 BISPOS auxiliares...!

Dito isso, precisamos narrar alguns fatos que ficaram ocultos até a presente data por questões pessoais que agora precisam ser revelados:

Os padres desta cidade (daqui a pouco listo o nome e a paróquia de TODOS) se reúnem numa famigerada “reunião dos padres da forania” (Forania Nossa Senhora do Carmo – e ainda usam o nome da Virgem...) e nestas afamadas reuniões ficou decidido, entre os padres, que não mais teria missa tridentina aqui em Betim/MG (tivemos apenas uma missa aqui pública. Vejam mais aqui, aqui e aqui). Não sabemos o que os padres de Betim pretendem, mas sabemos que ACHAM que tem maior autoridade que o Sumo Pontífice.

Todo mundo já está calejado de saber que o Santo Padre Gloriosamente Reinante, a saber, Bento XVI (Ei padres de Betim! Nós temos um Papa e se chama Bento XVI, não sei se vocês o conhecem...) que, desde 2007 (dois mil e sete – é preciso escrever por extenso porque parece que tem gente que não entendeu) promulgou um MOTU PROPRIO SUMMORUM PONTIFICUM LIBERANDO A MISSA TRIDENTINA EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO (quem quiser saber mais sobre o documento que procure na internet!) onde haja fiéis que queiram. Talvez os padres de Betim pensem que esta cidade não está sob a Jurisdição do Sumo Pontífice.

Com isso, estamos lutando desde a referida data para termos missas aqui. Nunca encontramos tamanha resistência como estamos encontrando agora por parte do clero local.

Desde janeiro deste ano, ficou decidido na “reunião dos padres da forania” que em Betim não haverá mais missa tridentina, contrariando EXPRESSAMENTE a ordem do Sumo Pontífice.


Foto em audiência com D. Luiz Gonzaga Fechio
no dia 03 de maio de 2.012

Com isso, no dia 03 de maio deste ano, conseguimos uma audiência com o Sr. Bispo D. Luiz Gonzaga Fechio, responsável pela nossa região, que ORDENOU (veja a ordem aqui) que o Pe. Adilson Leite, vigário forâneo (como se fosse o presidente dos padres da forania), Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário e São Sebastião, em Vianópolis, Betim/MG, nos acolhesse e resolvesse o problema posto.

O referido padre, simplesmente disse que não poderia nos ajudar em nada e que ia reportar a ordem aos padres da forania na “reunião dos padres da forania” Nossa Senhora do Carmo.

Em reunião, os padres reiteraram a proibição da Santa Missa no rito antigo e disseram que “é preciso dar um basta nisso!” (nestes termos!). Nisso, os padres desobedeceram a ordem do Santo Padre, o Papa Bento XVI e do seu Bispo que estão umbilicalmente subordinados!

Não sabemos o que os padres desta cidade pretendem. Não se sabe até onde esta história irá e quando ela vai acabar, o que sabemos é que existe em Betim/MG uma revolta e desobediência aberta por parte dos padres contra o seu Bispo local e contra o Sumo Pontífice.

Semana passada, programando a missa tridentina para sábado, 16/06, entramos em contato com um fiel desta cidade que tem uma capela particular em seu sítio e que estaria disposto a emprestar a capela para a realização de Missas no rito antigo. Com isso, ele foi conversar com o seu pároco, Padre Adilson Leite, que o desaconselhou a emprestar a sua CAPELA PARTICULAR em seu SÍTIO PARTICULAR para a realização de missa no rito antigo sob o velho argumento de que “os padres da forania já proibiram este tipo de missas aqui” (nestes termos!). Temendo uma suposta desobediência, o senhor que, de bom grado iria emprestar a SUA capela PARTICULAR, decidiu não mais fazer o empréstimo para que continuasse “em plena comunhão com a Igreja”.

Tendo em vista a negativa induzida acima, procuramos um lugar digno para a celebração da Missa no rito Tridentino e encontramos o endereço de uma família muito piedosa aqui em Betim/MG e por este motivo as missas serão celebradas nesta CASA, como era na era apostólica quando os apóstolos eram perseguidos pelos judeus e pelos pagãos.

Tendo em vista as normas dos artigos 5º, 7º e 8º do Motu Proprio Summorum Pontificum e o cânon 212 do Código de Direito Canônico, VAMOS RECORRER ÀS INSTÂNCIAS SUPERIORES visto que nem o bispo local conseguiu resolver o caos de desobediência religiosa que se instalou na cidade de Betim/MG.

Enfim, eis aqui o nome e a paróquia dos padres que compõe a tal “forania Nossa Senhora do Carmo” conforme informação da Arquidiocese de Belo Horizonte:

1.     Pe. Pablo Luiz Ramos Vieira – Paróquia de Nossa Senhora Aparecida (bairro Filadélfia);

2.     Pe. Willamy Moreira Feijó – Paróquia de Nossa Senhora do Carmo (bairro Centro);

3.     Pe. Pedro de Souza Silva – Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (bairro Bom Retiro);

4.     Pe. Adilson Leite – Paróquia de Nossa Senhora do Rosário e São Sebastião (bairro Vianópolis);

5.     Pe. Dinamar Gomes Pinto – Paróquia do Sagrado Coração de Jesus (bairro Novo Horizonte);

6.     Fr. Basilio Sylvério Bosco de Resende, OFM – Paróquia Santa Isabel (bairro Citrolândia);

7.     Pe. Hidelbrando Marques Ferreira – Paróquia de Santa Teresinha (bairro Cidade Verde);

8.     Pe. Daniel Custódio Antunes – Paróquia de São Cristóvão (bairro São Cristóvão);

9.     Pe. Afonso de Fátima Ribeiro – Paróquia de São Francisco de Assis (bairro Centro);

10.  Pe. Antônio Carlos Ferreira de Souza – Paróquia de São Judas Tadeu (bairro Cj. Hab. Olímpia Bueno Franco);

11. Pe. Francisco Carlos Rodrigues da Silva, MSC – Paróquia de São Judas Tadeu e Frei Galvão.


********

Ps.: OS PADRES QUE VÊEM CELEBRAR MISSA TRIDENTINA EM BETIM/MG SÃO PADRES DE OUTRAS CIDADES QUE VÊEM A CONVITE DOS BETINENSES