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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Sermão da Missa Votiva de Nossa Senhora de Lourdes, em Betim/MG: 500 anos da "reforma" protestante.


Prezados amigos,

Salve Maria!

Abaixo, o vídeo e a transcrição do sermão do Pe. Cardozo na Missa Votiva de Nossa Senhora de Lourdes , em Betim/MG, dia 19/02/2.014, onde ele tratará da "comemoração" dos 500 anos da revolução protestante.






“Ontem havíamos comentado que íamos dizer algumas palavrinhas sobre o tema de “Martin Lutero”. E vamos falar um pouco de Martin Lutero em razão de que faz pouco mais de uma semana, saiu em um site do Vaticano a notícia de que vão celebrar-se os 500 anos do reformador Martin Lutero, do herege Martin Lutero.

Vocês sabem que no ano de 1517, o monge Martin Lutero, que era um monge agostiniano, que se rebelou contra Roma e pregou na porta de uma igreja suas 92 teses heréticas e estas 92 teses, dentre outras coisas, negava a presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia, negava que a Missa fosse um Sacrifício, negava que a Missa fosse propiciatória, que fosse em reparação dos nossos pecados, dava a livre interpretação das Sagradas Escrituras, e é por isso que Lutero abre a porta da livre interpretação da Bíblia com a qual se origina a multidão de seitas protestantes que existe. Porque se você ler a Bíblia e interpreta em tal passagem tal coisa, diferente do que interpreta a Igreja Católica e o que interpreta qualquer outro grupo, você já pode fundar a sua própria igreja.

E é assim que este homem, que realmente foi um blasfemo, um herege – por respeito ao Altar e por respeito à vocês, eu não posso dizer as barbaridades que este homem escreveu, por exemplo, blasfemando da Virgem, blasfemando de Nosso Senhor Jesus Cristo.

E é lamentabilíssimo ver como, a partir, especialmente após o Concílio Vaticano II, com base num documento do Concílio Vaticano II, Unitatis Redintegratio se trabalha pela unidade com os protestantes. A Igreja sempre trabalho pela conversão dos protestantes, mas não unir-nos a eles, tanto e quanto, eles perseveram nos seus erros, suas heresias. E é assim que nos encontramos a notícia de que existe uma Comissão Luterano-Católica que está preparando a celebração dos 500 anos de Martin Lutero em Roma, no Vaticano.

Então, como é possível isso? O texto diz que esta Comissão Luterano-católica tem lançado nova luz sobre as diferenças teológicas que existem entre Católicos e luteranos e esta nova luz está a suavizar e a procurar a união com os luteranos. Então, pareceria que esta Comissão Católico-luterana tem mais luz que a Luz do Espírito Santo que no Concílio de Trento condenou o protestantismo, condenou os erros protestantes, as heresias protestantes. Lembremos que Martin Lutero tem, pelo menos, 3 (três!) excomunhões, a primeira delas declarada pelo Papa Leão X. Então, quando vem agora uma Comissão que está espalhando luz sobre o problema de Lutero, pareceria que não houvesse luz com o Espírito Santo. Então, uma vez mais se cria um conflito se vamos estar com a Igreja Católica que condenou a Martin Lutero, que condenou as heresias de Martin Lutero, ou vamos estar com esta igreja nova que lança novas luzes – entre aspas – sobre heresias já condenadas pela Igreja de Cristo, a Igreja Católica.

Não podemos permanecer católicos se diz-se que agora vamos seguir as novas luzes desta Comissão Luterano-Católica. Porque é blasfemar do Espírito Santo, blasfemar e dizer que o Espírito Santo então errou [equivocou] no século XVI a condenar o protestantismo e agora esta comissão de homens mistura supostamente católicos com protestantes tem mais luz e mais poder que o Espírito Santo.

E outra coisa que realmente digo que estamos vivendo num quadro surrealista, é o fato de que os Católicos celebre algo que é lamentabilíssimo, porque com Martin Lutero se rompe a unidade católica na Europa. Com Martin Lutero começam as guerras da Religião, a quantidade de mártires que surgiu na defesa da fé católica contra o protestantismo e agora temos que festejar este fato desgraçado do aparecimento deste Martin Lutero. Dizia na vez passada, acredito que os brasileiros perderam um campeonato de futebol em 1959 e creio que houve mais de 15 suicídios por isso. É como se os brasileiros festejassem a cada ano aquela derrota, aquela perda do campeonato mundial – LOUCO! – Ou que os polacos festaram a invasão dos alemães na Polônia ou que os chineses festejaram a invasão dos japoneses em 1937 na China. Eu não entendo onde está a razão nisso.

E a razão está em que existem duas igrejas. Há uma Igreja que condena o protestantismo, que condena a heresia, uma Igreja que foi conduzida e é conduzida pelo Espírito Santo, a Igreja Católica, e existe uma igreja nova, uma igreja pós-conciliar, uma igreja que foi sustentada no alicerce de areia do Concílio Vaticano II que se contrapõe em tudo que a Igreja Católica tem ensinado em 21 séculos!

Então, queridos fiéis, uma vez mais ver como os católicos se foi protestantizando, como os católicos foram aceitando os erros modernistas, entre outras coisas, através da Missa Nova. A missa nova, como mesmo Paulo VI disse, foi feita para agradar os protestantes. Esta foi a intenção da Missa Nova. E a Missa Nova manifesta claramente a teologia protestante: mudando o sentido de Sacrifício por ceia, fazendo tirar o sentido sacrifical, penitencial na missa, que a missa é uma festa, que a comunhão é somente  um alimento, um símbolo. E assim temos sacerdotes supostamente católicos que dizem que a Eucaristia é somente um símbolo. Ai se vê claramente como os católicos foram protestantizados a partir do Concílio Vaticano II e, dentre outras coisas, por meio da Missa Nova. Claro, se a isso agregamos ao péssimo exemplo que deram o Papa João Paulo II, por exemplo, quando visita o templo luterano em Roma, no ano de 1982 – se mal me lembro – onde João Paulo II disse que vem a honrar a figura de Lutero que foi um homem de grande espiritualidade. Um homem de uma grande espiritualidade que chegou a dizer que Jesus Cristo tinha adulterado com várias mulheres. Esse é um homem de grande espiritualidade. BLASFEMO!

E depois, Bento XVI que visitou a cidade natal de Lutero, e plantou uma arvorezinha, e fizeram toda uma cerimônia e disse: “Venho a esta cidade como um peregrino.” disse Bento XVI. Ou seja, como se fosse a cidade de Lutero, Assis, ou qualquer outra cidade onde tenha sido famoso um santo. É terrível ver a defecção dos homens da Igreja e como eles, e com os seus mal-exemplos estão arrastando uma infinidade de almas ao erro luterano, ao erro protestante.

Então devemos ter bem claro: MARTIN LUTERO É UM HEREGE! E não um irmão separado. É um herege! Esta é a definição! Alguém que se rebela contra a Doutrina Católica, alguém que divide a Igreja. E neste documento se volta a falar de outro erro grande que é a fala de que: Com esta Comissão Luterano-Católica estamos trabalhando pela unidade da igreja. A Igreja é uma sempre. Não existe várias igrejas. E se os luteranos  se separaram da Igreja é uma heresia, como uma rama morta, pronto, acabou! Mas a Igreja continua sendo uma! Não existe múltiplas igrejas. É o que dizemos no Credo: Creio em Una, Santa, Católica, Apostólica Igreja.

Então, ao guardarmos de todo o erro que se assemelhe ou nos aproxime dos luteranos. É engraçado que, por um lado, João Paulo II chega a dizer que vem a venerar a Lutero por ser um homem de “grande espiritualidade” e depois, beatifica uma freira, mística alemã – creio que foi –  que, dentre outras coisas, esta freira disse que viu no inferno Lutero. Que contradição!

Bem, peçamos à Virgem Santíssima que nos fortaleça na nossa fé católica, peçamos pela conversão dos hereges para que voltem à única Igreja pela qual podemos ser salvos: A Igreja Católica! Para que se convertam os hereges, para que voltem a ter e reconhecer como Mãe a Virgem Santíssima, Mãe de Deus, e que nós saibamos defender a Fé Católica contra tanta heresia e tantos disparates modernistas. Ave Maria Puríssima!”

Leia aqui também:

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Os erros protestantes e suas consequências


“O insensato não tem propensão para a inteligência, mas para a expansão dos próprios sentimentos” (Provérbios 18, 2)


Salve Maria!

            Caros amigos, nesses últimos meses tenho-me dedicado a estudar a grande riqueza que a Igreja Católica tem a oferecer aqueles que procuram conhecer seus tesouros. Dediquei-me aos estudos do protestantismo e sua má influência aos católicos e usei como base os escritos do Padre Júlio Maria e alguns sites que encontrei na internet com informações relevantes sobre o homem que deformou a fé e protestou contra a Santa Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo: Martinho Lutero.

            Lutero nasceu em Eisleben, na Saxônia (Alemanha) em 1483, e pôs fim a própria vida em 1546, cerca de 25 anos após a sua revolta contra a Igreja de Nosso Senhor. Sua mãe Margarida foi muito religiosa, porém, muito supersticiosa e dada a bruxarias e encantamentos, o que influiu muito no comportamento do filho. O jovem Lutero, depois de seus estudos de humanidades nas escolas locais de Mansfeld, foi estudar filosofia e direito na Universidade de Erfurt, onde se formou no ano de 1505. Em junho deste ano entrou para o Convento dos Agostinianos, "não por vocação, mas por medo da morte". Ele mesmo falou várias vezes desse "medo da morte" que determinou a sua entrada na religião. O Dr. Dietrich Emme, em seu livro: "Martinho Lutero - sua juventude e os seus anos de estudos, entre 1483 e 1505", Bonn, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser submetido à justiça criminal, cujo resultado teria sido, provavelmente, a pena de morte, por ter matado em duelo um seu colega de estudos chamado Jerônimo Buntz. Daí o seu "medo da morte" ao qual se referia freqüentemente. Então um amigo o aconselhou a se refugiar no Convento dos Eremitas de Santo Agostinho, que então gozava do direito civil de asilo, que o colocava ao abrigo da justiça. Foi aí que se tornou monge e padre agostiniano.
           
LUTERO ÉBRIO E ÍMPIO

            O pai do protestantismo confessa"Eu aqui me encontro insensato, e endurecido, ocioso e bêbado de manhã à noite... Em suma, eu que devia ter fervor de espírito, tenho fervor da carne, da lascívia, da preguiça e da sonolência". No entanto, chamava o Papa de "asno".

Sobre a oração dizia: "Eu não posso rezar, mas posso amaldiçoar. Em lugar de dizer 'santificado seja o vosso nome', direi: 'maldito e injuriado seja o nome dos papistas..., que o papado seja maldito, condenado e exterminado'. Na verdade é assim que rezo todos os dias sem descanso".

Sobre os mandamentos, dizia: "Todo o Decálogo deve ser apagado de nossos olhos, de nossa alma e de nos outros tão perseguidos pelo diabo... Deves beber com mais abundância, e cometer algum pecado por ódio e para molestar ao demônio...". Lutero não só afirmava que as boas obras nada valem para a salvação como as amaldiçoava.

Mas sobre o pecado, ele dizia: "Sê pecador e peca fortemente, mas crê com mais força e alegra-te com Cristo vencedor do pecado e da morte... Durante a vida devemos pecar".

Sobre a castidade, Lutero incentivou os monges, sacerdotes e religiosas a saírem de seus Conventos e se casarem. "O celibato - dizia - é uma invenção maldita" - "Do mesmo modo que não posso deixar de ser homem, assim não posso viver sem mulher".

Sobre a Virgem Maria, "a caneta" recusa a escrever as blasfêmias que proferiu contra a sua pureza (originalmente este texto foi publicado em forma de folheto, Nota do Editor).

Sobre Jesus Cristo, afirma que "cometeu adultério com a samaritana no poço de Jacó, com a mulher adúltera que perdoou..., e com Madalena...".

Sobre Deus: "Certamente Deus é muito grande e poderoso, bom e misericordioso..., mas é muito estúpido; é um tirano".

Seu último sermão em Wittenberg, em maio de 1546, foi um furioso ataque contra o Papa, o sacrifício da Missa e o culto a Nossa Senhora.

            Martinho Lutero tinha um temperamento extremamente mórbido e neurótico. Depois de sua revolta contra a Igreja, a sua neurose atingiu os limites extremos. Estudos especializados lhe atribuem uma "neurose de angústia gravíssima", do tipo que leva ao suicídio (Roland Dalbies, em "Angústia de Lutero"). O suicídio de Lutero é afirmado tanto por católicos como por protestantes. Eis o depoimento do seu criado, Ambrósio Kudtfeld, que mais tarde se tornou médico:

"Martinho Lutero, na noite que antecedeu a sua morte, se deixou vencer por sua habitual intemperança, e com tal excesso, que fomos obrigados a carregá-lo totalmente embriagado, e colocá-lo em seu leito. Depois nos retiramos ao nosso aposento sem pressentir nada de desagradável. Pela manhã voltamos ao nosso patrão para ajudá-lo a vestir-se, como de costume. Mas, que dor! Vimos o nosso patrão Martinho pendurado de seu leito e estrangulado miseramente.

Este relato do suicídio de Lutero foi publicado em Anversa, no ano de 1606, pelo sensato Sedúlius. Dois médicos comprovaram os sintomas de suicídio relatados pelo seu doméstico Kudtfeld. Foram eles Cester e Lucas Fortnagel. As informações desse último foram publicadas pelo escritor J. Maritain, em seu livro: "Os Três Reformadores". Nesse livro o autor oferece ainda uma impressionante lista de amigos e companheiros de Lutero que se suicidaram. A marca que Lutero deixou foi a tentação de se pretender reformar a irreformável obra de Nosso Senhor Jesus Cristo, a sua Igreja. E até nos meios católicos ditos progressistas, se está pretendendo reformar, não os homens da Igreja, mas a própria Igreja. Quais as conseqüências disto? A PROTESTENTIZAÇÃO DE MUITOS CATÓLICOS!

Depois do Concílio Vaticano Segundo, quando satanás já se fazia presente dentro da Santa Igreja disfarçado de fumaça, deu-se início então, uma grotesca “primavera” e mais uma vez a sombra de Martinho Lutero volta para o seio da Esposa de Nosso Senhor, só que agora escondido sob um véu denominado RCC – Renovação Carismática Católica, que para muitos Bispos serve como uma “tábua de salvação” para encher as suas igrejas.

            Não é segredo para ninguém que a Rcc *surgiu com a participação de alguns católicos em assembléias de pentecostais protestantes e com a recepção do “batismo do Espírito” por obra dos mesmos. Em 13 de janeiro de 1967, “dia da oitava da Epifania, consagrado pela liturgia católica à celebração do batismo de Jesus por meio do Espírito Santo no Jordão, ... eles [os fundadores do pentecostalismo] encontravam-se na casa de Miss Florence Dodge, uma presbiteriana que havia organizado um grupo de oração há algum tempo. O grupo reunia-se em sua casa com regularidade e ela habitualmente dirigia essas reuniões” (Le Retour de l’Esprit, p. 22, ed. du Cerf, Paris – livro dos Ranaghan, que figuraram entre os primeiros “pentecostistas católicos” e também entre os primeiros em escrever sobre o movimento carismático).

            Mais tarde, três professores de Pittsburg e a esposa de um deles assistiram uma primeira reunião carismática: “Deixou-nos uma impressão duradoura, diz um deles, de que ali operava o Espírito [?]” (Ibidem, p. 23). Dois dos professores (Ralph Keifer e Patrick Bourgeois) assistem à reunião seguinte: “terminou – diz Ralph Keifer – quando Pat [Patrick Bourgeois] e eu pedimos que rezassem conosco a fim de recebermos o batismo do Espírito.

            Em poucas palavras: a corrente carismática passou do protestantismo herético e iniciático aos supostos católicos, provocando “efeitos maravilhosos” de ardor religioso que não podem ser explicados por uma causa sobrenatural, porque o Senhor não pode de maneira alguma participar de uma experiência feita por católicos desobedientes à Igreja, em um ambiente herético e com uma iniciação, um rito, abertamente acatólico.*

            O que me deixa perplexa é que mesmo sabendo que o protestantismo é uma seita condenada pela Igreja Católica, que Lutero foi desligado na terra e no Céu, muitos católicos não conseguem enxergar a gravidade dessa informação! Para que fique mais claro, farei uma alusão: imaginem vocês se eu pegasse um pedaço de linho branco (católicos) e jogasse-o dentro de uma lama fétida, putrefata (protestantismo). Depois de alguns dias eu retirasse o tecido e lavasse-o com água e sabão. Faça a experiência, por mais que se esfregue a sujeira, o tecido fica encardido! Ou seja: por mais que a rcc tenha sido adaptada para fins católicos, ela sempre terá sua marca manchada pela gnose, pelo naturalismo, maniqueísmo, relativismo, hermetismo e romantismo típicos de suas origens pentecostais. Todos os argumentos de defesa para este movimento é em vão! Existem provas irrefutáveis de que é um fruto podre e que seu canto inteligível hipnotiza e sentimentaliza seus seguidores deixando-os totalmente reféns do “sentir para saber.”


Élida de Maria


Fontes de pesquisa:

- Apologética Católica com o Padre Júlio Maria de Lombaerde, + 1944 (Retirado do Livro "Luz nas Trevas - Respostas irrefutáveis as objeções protestantes".

- * Sítio Católico Tradicional: http://www.nossasenhoradasalegrias.com.br/p/apologetica.html

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Lutherus vicit! Lutero venceu!!








Prezados amigos,

Salve Maria!


Conforme foi noticiado em muitos sites e blogs de cunho católico, a última declaração do Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé (da , sic!) D. Ludwig Muller foi simplesmente estarrecedora. O mesmo Prefeito já havia dito muitas outras coisas estranhas à catolicidade que podem ser constatadas nos seus discursos e entrevistas, entretanto, a última do Cardeal Prefeito foi simplesmente denunciante.

S. Eminência acredita que muitos protestantes luteranos crêem que as reformas necessárias na Igreja já foram implementadas pelo Concílio Vaticano II, o último Concílio da Igreja. (assim entendemos a reportagem)

Vejamos que, com esta afirmação, o Cardeal Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé diz abertamente que o Concílio Vaticano II foi uma obra essencialmente protestante dentro da Igreja que visava implementar as idéias de Martin Lutero.

Ainda na mesma reportagem, D. Muller afirma que a Igreja está estudando uma criação de um Ordinariato próprio para os Luteranos que “desejam regressar à pela comunhão com a Igreja Católica”(sic!). Ora! Só se pode regressar à plena comunhão quem estava em comunhão parcial. Desde a revolta protestante no século XV sabemos que os protestantes nunca estiveram em comunhão com a Igreja, nem parcial nem plenamente, até porque, são protestantes. Isso é lógico para qualquer um.

Depreendemos da declaração do Cardeal Prefeito que, conforme todo o Orbe Católico está careca de saber, o último Concílio da Igreja foi feito para agradar os protestantes, desde a liturgia ao Catecismo (Doutrina).

Sabemos que os Documentos Conciliares “Unitatis Redintegratio” e a “Nostra Aetate” são documentos totalmente divorciados da Doutrina de Sempre, entretanto nunca se havia falado abertamente, por um cardeal da mais alta Cúria Romana que muitos protestantes acreditam que as reformas necessárias ao Protestantismo já foram implementadas pelo CVII.

Vejamos que o protestantismo nasceu de uma revolta à Igreja de Cristo e seus representantes, e estes separados da Igreja de Deus não podem dar frutos (ao menos bons). Nosso Senhor disse: “Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim”. (São João XV,4). Com isso, Nosso Senhor decreta que todo aquele que não está preso à Ele (e conseqüentemente à Sua Igreja que é extensão do Seu Glorioso e Venerável Corpo) não pode dar frutos, entretanto os documentos do Concílio Vaticano II que proclamam o ecumenismo como dogma para o século XX e XXI se esqueceram desta ilustre passagem, dentre outras.

A aproximação com os protestantes não os fará católicos. O Ecumenismo que vemos ocorrendo nos últimos 50 anos é o contrário. O número de Católicos Romanos nunca esteve tão baixo, ou seja, com estes malditos diálogos e concessões com protestantes, cada vez mais católicos vão se aderindo à revolução protestante.

As Escrituras nos alertam: “Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Porque quem o saúda toma parte em suas obras más.” (II São João I,10,11).

Santo Agostinho já dizia: “Um homem cristão é católico enquanto vive no Corpo; decepado deste torna-se um herege. O Espírito não segue um membro amputado.”

São Tomás de Aquino nos diz:

Por duas razões não se deve manter relações com os hereges. Primeiramente, por causa da excomunhão, pois, sendo excomungados, não se deve ter relações com eles, da mesma maneira que com os outros excomungados. A segunda razão é a heresia. – Em primeiro lugar, por causa do perigo, para que as relações com eles não venham a corromper os outros, segundo aquilo da primeira epístola aos Coríntios (15, 33): ‘As más conversações corrompem os costumes’. E em segundo lugar para que não pareça se prestar algum assentimento às suas doutrinas perversas. Daí dizer-se na segunda epístola canônica de S. João (v. 10): ‘Se alguém vier a vós e não trouxer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis, pois o que o saúda toma parte em suas más obras’. E aqui a Glosa comenta: ‘Já que para isso foi instituída, a palavra demonstra comunhão com esse tal: de outro modo não seria senão simulação, que não deve existir entre cristãos’. Em terceiro e último lugar, para que nossa familiaridade [com eles] não dê aos outros ocasião de errar. Por isso, outra Glosa comenta a respeito dessa passagem da Escritura: ‘E se acaso vós mesmos não vos deixais enganar, outros todavia, vendo vossa familiaridade [com os hereges], podem enganar-se, acreditando que esses tais vos são agradáveis, e assim crer neles. E uma terceira Glosa acrescenta: ‘Os Apóstolos e seus discípulos usavam de tanta cautela em matéria religiosa, que não sofriam sequer a troca de palavras com os que se haviam afastado da verdade’. Entende-se, porém: excetuado o caso de alguém que trata com outro a respeito da salvação, com intuito de salvá-lo”. Quaestiones quodlibetales, quodlibeto 10, q. 7, a. 1 (15), c.

É sabido e ressabido que os dogmas, verdades reveladas, não podem ser mudados, alterados ou mesmo evoluídos, entretanto, parece-nos que o dogma “extra Ecclesiam, nulla salus” foi aggiornatto à la Concílio (como se um dogma pudesse ser adaptado ao tempo e modo e ao bel-prazer da autoridade-hierárquica).

Com a aproximação dos católicos com os protestantes e com o desarmamento dos primeiros em face dos segundo, ficou fácil para eles ganharem a guerra. No Catecismo da Igreja Católica (sic!) promulgado pelo Papa João Paulo II no início da década de 90, deixa claro que no protestantismo existem elementos de salvação e santificação das almas. Ora! Isso é inadmissível se compararmos à Doutrina de Trento! E ainda há quem diga que não se mudou nada em matéria de Doutrina, Fé e Moral nos últimos 50 anos!

Com este novo catecismo não conseguimos mais combater os erros protestantes, visto que também lá tem elementos de salvação e santificação. Toda a luta de Trento para cá foi INÚTIL! Os reformadores do CVII reduziram as condenações do protestantismo em pó.

Agora é normal e aceitável visita das Autoridades às Sinagogas, Mesquitas, Espaços Luteranos, Anglicanos, Maçonaria e etc. Agora é crime contra a dignidade da pessoa humana repetir Verdades que antes, eram sustentáculos da Verdadeira Igreja. Deus não tem mais dignidade. Agora só o Homem a tem.

Não delongando mais no assunto maçante, deixo apenas abaixo algumas citações que vão contra as declarações de S. Eminência Cardeal Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé:

São Cipriano (séc. III): “Não há salvação fora da Igreja”.

Credo de Santo Atanásio (séc. IV), oficial da Igreja Católica: “Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (…) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar”.

Papa Inocêncio III (1198-1216): “De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva”.

IV Concílio de Latrão( 1215), infalível, Cânon I: “…Há apenas uma Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo…”.
Cânon III: “Nós excomungamos e anatematizamos toda heresia erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós, acima, explanamos…”.

Papa Bonifácio VIII (1294-1303): “Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma apostólica e nós firmemente cremos e simplesmente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (…) Assim o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana“.

Concílio de Florença (1438-1445): “Firmemente crê, professa e predica que ninguém que não esteja dentro da Igreja Católica, não somente os pagãos, mas também, judeus, os hereges e os cismáticos, não poderão participar da vida eterna e irão para o fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes de sua morte se unirem a Ela(…)”.

O Concílio infalível de Trento (1545-1563) além de condenar e excomungar os protestantes, reiterou tudo o que os Concílios anteriores declararam, e ainda proferiu: “… A nossa fé católica, sem a qual é impossível agradar a Deus…”

Papa Pio IV (1559-1565), um dos papas do Concílio de Trento: “… Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar…” (Profissão de fé da Bula “Iniunctum nobis” de 1564)

Papa Bento IV (1740-1758): “Esta fé da Igreja Católica, fora da qual ninguém pode se salvar…”.

Papa Gregório XVI (1831-1846), Mirari Vos: “Outra causa que tem acarretado muitos dos males que afligem a Igreja é o indiferentismo, ou seja, aquela perversa teoria espalhada por toda a parte, graças aos enganos dos ímpios e que ensina poder-se conseguir a vida eterna em qualquer religião, contanto que se amolde à norma do reto e honesto. Podeis com facilidade, patentear à vossa grei esse erro tão execrável, dizendo o Apóstolo que há um só Deus, uma só fé e um só batismo (Ef. 4,5): entendam, portanto os que pensam poder-se ir de todas as partes ao Porto da Salvação que, segundo a sentença do Salvador, eles estão contra Cristo, já que não estão com Cristo (Luc. 11,23) e os que não colhem com Cristo dispersam miseravelmente, pelo que perecerão infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem íntegra e sem mancha (Simb. SanctiAthanasii).

(…) Desta fonte lodosa do indiferentismo promana aquela sentença absurda e errônea, digo melhor disparate, que afirma e que defende a liberdade de consciência. Esse erro corrupto que abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estende por toda parte, chegando a imprudência de alguém asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma do que a liberdade do erro?, dizia Santo Agostinho (Ep. 166)”.


Erros condenados, pelo Papa Pio IX (1846-1878), no Syllabus:
15a “É livre a qualquer um abraçar o professar aquela religião que ele, guiado pela luz da razão, julgar verdadeira”.
16a “No culto de qualquer religião podem os homens achar o caminho da salvação e alcançar a mesma eterna salvação”.
17a “Pelo menos deve-se esperar bem da salvação eterna daqueles todos que não vivem na verdadeira Igreja de Cristo”.
18a “O protestantismo não é senão outra forma da verdadeira religião cristã na qual se pode agradar a Deus do mesmo modo que na Igreja Católica”.

Outro texto de Pio IX: “(…) não temem fomentar a opinião desastrosa para a Igreja Católica e a salvação das almas, denominada por Nosso Predecessor, de feliz memória, de ‘loucura’ (Mirari Vos) de que a ‘liberdade de consciência e de cultos é direito próprio e inalienável do indivíduo que há de proclamar-se nas leis e estabelecer-se em todas as sociedades constituídas; (…) Portanto, todas e cada uma das opiniões e perversas doutrinas explicitamente especificadas neste documento, por Nossa autoridade apostólica, reprovamos, proscrevemos e condenamos; queremos e mandamos que os filhos da Igreja as tenham, todas, por reprovadas, proscritas e totalmente condenadas”. (Quanta Cura)

Papa Leão XIII (1878-1903), encíclica Libertas Praestantissimum: “(…) oferecer ao homem liberdade (de culto)de que falamos, é dar-lhe o poder de desvirtuar ou abandonar impunemente o mais santo dos deveres, afastando-se do bem imutável, a fim de se voltar para o mal. Isto, já o dissemos, não é liberdade, é uma escravidão da alma na objeção do pecado.

Papa Pio XI (1922-1939), Mortalium Animus: “ Os esforços [do falso ecumenismo] não tem nenhum direito à aprovação dos católicos porque eles se apóiam sobre esta opinião errônea que todas as religiões são mais louváveis naquilo que elas revelam, e traduzem todas igualmente, se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que nos leva para Deus e nos inclina ao respeito diante de seu poder(…) Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, se adaptar às várias exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das almas”.

(…) “Os artesãos dessas empresas não cessam de citar ao infinito a Palavra de Cristo: ‘Que todos sejam um. Haverá um só rebanho e um só pastor’( Jo XVII,21; X,16), e eles repetem esses texto como um desejo e um voto de Cristo que ainda não teria sido realizado. Eles pensam que a unidade da fé e de governo,característica da verdadeira e única Igreja de Cristo, quase nunca existiu no passado e que não existe hoje… Eles afirmam que todas ( as igrejas) gozam dos mesmos direitos; que a Igreja só foi Una e Única, no máximo da época apostólica até os primeiros Concílios Ecumênicos(…). Tal é a situação. É claro, portanto, que a Sé Apostólica não pode por nenhum preço tomar parte em seus congressos, e que não é permitido, por nenhum preço, aos católicos aderir a semelhantes empreendimentos ou contribuir para eles; se eles o fizerem dariam autoridade a uma falsa religião cristã completamente estranha à única Igreja de Cristo”

São Pio X (1903-1914):

“Catecismo da Doutrina Cristã”, voz infalível do ensinamento dos Papas e dos Concílios:
149- Que é a Igreja Católica?
A Igreja Católica é a sociedade ou reunião de todas as pessoas baptizadas que, vivendo na terra, professam a mesma fé e a mesma lei de Cristo, participam dos mesmos sacramentos, e obedecem aos legítimos Pastores, principalmente ao Romano Pontífice.

153- Então não pertencem à Igreja de Jesus Cristo as sociedades de pessoas batizadas que não reconhecem o Romano Pontífice por seu chefe?
Todos os que não reconhecem o Romano Pontífice por seu chefe, não pertencem à Igreja de Jesus Cristo.

156- Não poderia haver mais de uma Igreja?
Não pode haver mais de uma Igreja, porque, assim com há um só Deus, uma só fé e um só Baptismo, assim também não há nem pode haver senão uma só Igreja verdadeira.

168- Pode alguém salvar-se fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana?
Não. Fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana, ninguém pode salvar-se, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé, que era figura desta Igreja.

“Lançai fora a ímpia e funesta opinião de que, em qualquer religião, é possível chegar ao caminho da salvação eterna” (Papa Pio XI)

Fonte das citações: Repórter de Cristo (não conheço este site, apenas retirei estas últimas citações de lá).

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Queimando calorias na "missa"...

“Senhor, até quando assistireis impassível a este espetáculo?” (Psl. XXXIV,17)

Prezados amigos,

Salve Maria!

Chega-nos muitos vídeos sobre alguns escândalos litúrgicos cometidos por padres e leigos.

Abaixo, mais um vídeo que nos causa bastante tristeza. Parece-nos tratar de uma "missa" carismática, visto que o padre está trajado de túnica e estola. Aparecem nas filmagens personagens que nos parecem Ministros Extraordinários da Sag. Comunhão, o que robustece a idéia de que toda aquela balburdia, tratava-se realmente da Renovação do Sacrifício Incruento do Senhor sobre o Altar.

São quase 7 minutos de muita euforia e para quem tem o MÍNIMO de discernimento vai se escandalizar com o que ver.


No vídeo, o padre embalado pelas músicas protestantes (protestantes mesmo!) leva o público a exaltação dos ânimos e por fim, parece-nos que benze o povo com água benta. Antes de findar de vez as imagens alguém diz: "Êta que queimou as calorias, heim..."

Rezemos à Deus e a Virgem de Fátima para que as suas promessas não tardem em se cumprir.

“Sofrermos com paciência as injúrias que nos atingem é digno de louvor, mas é excesso de impiedade tolerar pacientemente as injúrias feitas contra Deus” (São Tomás de Aquino, Suma Teológica 2a. 2ae., q. 136, a
. 4, ad. 3)



quinta-feira, 19 de julho de 2012

Ante a perda da terceira parte do rebanho católico

Ante a perda da terceira parte do rebanho católico


Por "Resistir, na fé" - Marcos Luiz Garcia

Os católicos que realmente levam a sério a prática da Religião, receberam com imensa consternação a notícia da diminuição gigantesca de irmãos na Fé.  O último senso apontou uma redução, em 50 anos, de praticamente um terço dos católicos no Brasil! Talvez já não sejamos mais o maior país católico do mundo.

Tal consternação se justifica principalmente pelo fato de que a Santa Igreja Católica Apostólica Romana ensina que fora d’Ela não há salvação. Esta verdade está inteiramente clara no Símbolo dos Apóstolos ou Credo: Credo in Unam Sanctam Catholicam et Apostolicam Ecclesiam. Creio na Igreja Una Santa Católica e Apostólica.

Ensina o Catecismo da Igreja Católica: “Fora da Igreja não há salvação: Como deve entender-se esta afirmação, tantas vezes repetida pelos Padres da Igreja? Formulada de modo positivo, significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça pela Igreja que é o seu Corpo” (Parágrafo 846).

Portanto, a coerência de tal ensinamento nos leva à triste convicção de que as almas que rompem com a Igreja Católica, caso não se arrependam, correm sério risco de condenação eterna. Não nos esqueçamos, aliás, que Nossa Senhora quis confirmar a existência do inferno e a condenação das almas mostrando-o aos pastorinhos em Fátima, a 13 de julho de 1917.

Há, entretanto, outro fator preponderante para a consternação dos nossos; é o fato de os católicos estarem abandonando a Igreja por causa de uma força centrífuga autodemolidora, instalada no próprio seio d’Ela, conforme já apontou o Papa Paulo VI em dezembro de 1968.

Nossa Santa Religião está encharcada de elementos que a desfiguram inescrupulosamente vinte e quatro horas por dia, propulsionando assim, direta ou indiretamente, para a apostasia, as almas que buscam a autêntica espiritualidade da Igreja Católica.

Frustradas dentro da Igreja, decepcionadas com uma quantidade não pequena de pastores mal orientados, sentindo-se repelidas por suas apetências coerentes com a Fé, acabam se excluindo, cheias de perplexidades, em razão de sua consciência duramente violentada. Não as justificamos, estamos apenas descrevendo o fenômeno. Caberia permanecer na Igreja em estado de resistência contra os maus católicos. Mas é inegável que essas almas têm essas atenuantes.

Basta viajar pelo interior do Brasil para deparar com uma quantidade incontável de escândalos morais, litúrgicos e doutrinários que transudam numa incontável quantidade de paróquias. Fiéis perplexos, desorientados, vazios, se dispersam, como ovelhas desgarradas pelos campos, à mercê dos lobos espertos que logo as acediam com suas charlatanices, heresias e marketing pseudoreligioso.

Pobres almas remidas por Nosso Senhor Jesus Cristo. Quem tem pena delas?
Quantas autoridades religiosas só tratam de assuntos materiais e temporais, dir-se-ia que perderam a Fé. Dão palpites a propósito de tudo o que não lhes diz respeito, apoiando reivindicações sociais sempre voltadas para a esquerda, muitas vezes contrárias à doutrina e à moral da Santa Igreja; enquanto as almas se  desviam aos borbotões. “Pelos seus frutos vós os conhecereis” diz São Mateus, e os frutos aí estão. Uma diminuição enorme de católicos.

Apesar dos números reveladores e das evidências, a obstinação em caminhar pelas vias do “progressismo”, da teologia da libertação, de práticas inspiradas no protestantismo pentecostal etc., é determinada.

Será por um consciente espírito autodemolidor?
Para dar um exemplo que endossa essas considerações, a má vontade e incompreensão que sofrem vários sacerdotes desejosos de, apoiados no Motu Próprio de Bento XVI, celebrarem a Missa Tridentina.

Há sacerdotes relegados , por causa disso, a celebrar fora das cidades, em sítios distantes, em condições  materiais precárias, em sensível pobreza. Outros vivem numa perpétua insegurança sobre o que lhes pode acontecer, pelo fato de serem conservadores, desejarem celebrar o ritual tradicional e usarem batina.

Não faltam bispos que colocam toda sorte de dificuldades para permitir a celebração da Missa tradicional, que, não obstante, ganha cada vez mais adeptos.

Não será que essa tendência conservadora pode começar a recuperar o terreno perdido? Por que não favorece-la mais?
Além disso, respeitáveis senhoras são ridicularizadas publicamente até por sacerdotes durante as missas, por se apresentarem de véu para comungar. Ao mesmo tempo, moças indecorosamente vestidas recebem livremente a comunhão.

A outros se lhes nega a absolvição pelo fato de se confessarem conforme aprenderam no catecismo e não - para usar uma expressão utilizada por alguns confessores – segundo a “moda atual” de confissão na Igreja, que mais parece “um papo” do que uma acusação dos pecados.
Chegamos ao ponto de sacerdotes afirmarem publicamente: “Aqui o Papa não manda nada” etc... Conheço testemunhas de todos esses fatos.

Enquanto isso, as almas vão se esfriando, apagando, se retirando, abandonando nossa Santa Igreja. Contudo, para muitos clérigos, este fato parece não causar dor nenhuma. Continuam sua marcha demolidora da Igreja e mortal para as almas.

Serão eles realmente pastores? Aqueles que, segundo Nosso Senhor, dão a vida pelas suas ovelhas? Ou serão lobos com pele de ovelha, o sal que não salga? A pergunta fica colocada.
Imagino quanto esta situação faz sofrer os autênticos pastores de Nosso Senhor!
Em qualquer caso, independente de quantos o traiam, certíssimo é que Nosso Senhor é a cabeça da Igreja, e que Esta constitui Seu Corpo Místico. A parte humana da Igreja é sujeita a erros, mas o seu caráter divino e infalível é inatingível pela conspurcação dos seus inimigos, especialmente dos que, a partir de dentro A traem – de acordo com a constatação de Paulo VI lembrada acima.

Conforme prometeu Nosso Senhor, “as portas do Inferno não prevalecerão contra Ela”; portanto, a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, a única Igreja verdadeira do único Deus verdadeiro, vencerá a todos que lutam contra Ela. Sejam eles quem e quantos forem.

domingo, 22 de abril de 2012

Fábio de Melo é católico mesmo? Vamos ver!!

Prezados amigos,

Salve Maria!

Divorciando totalmente dos ensinamentos da Santa Igreja de há séculos, sobretudo da Carta Encíclica Mortalium Animos do Santo Padre Pio XI, Fábio de Melo defende um falsíssimo ecumenismo insuportável. Para quem gosta de cenas fortes, eis abaixo o vídeo.




Agora vamos ver como a Ana Paula Valadão goza da cara dos católicos:


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Reuniões/palestras/aulas sobre a sitação atual da Igreja

Prezados amigos,

Salve Maria!

Todas as sextas feiras, temos reunião/aula/palestras para tratarmos da crise atual da Igreja no Brasil e no mundo.
Para as reuniões utilizamos o Catecismo Romano, encíclicas papais e alguns livros que trata da Missa Nova (de Paulo VI), do Concílio Vaticano II, liberdade religiosa, ecumenismo, modernismo, comunismo, protestantismo e etc.

Àqueles que quiserem fazer parte das reuniões semanais, entre em contato pelos comentários e deixe o e-mail que entraremos em contato para repassar o endereço.

No mais, reze por todos nós!
Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos, rogai por nós!

In Iesu et Maria!