segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A corrupção do clero e os avisos proféticos.

“Não nascemos, senão, para a luta!”


Prezados amigos,

Salve Maria!

É com muita tristeza que temos assistido, ultimamente, a queda do sacerdócio católico à loucura da heresia. Tem aparecido muitos padres expoentes e devotados de um grande número de fiéis, vomitando inúmeras heresias e os seus superiores deixando triunfar a impunidade sobre estes crimes contra Deus.

A Virgem, quando da sua aparição em La Salette, disse aos videntes que “os livros maus abundarão na Terra”. Não bastassem as dezenas e centenas de livros escritos recheados de heresias e gnoses, agora, com a evolução da internet, superlotaram de vídeos de alguns padres negando explicitamente Dogmas Católicos, Doutrinas imperecíveis, decretos aprovados em concílios válidos, ensinamento de santos e doutores, e etc.

O que dizem os santos?

O silêncio dos superiores e até mesmo dos fiéis deve-se importar anuência das heresias proferidas pelos padres/frades/religiosos. São Francisco de Sales nos adverte que “os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar: ‘Eis o lobo!’, quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado.” [1].

Neste mesmo diapasão, Santo Inácio de Loyola nos diz que “aos hereges se há de chamar pelo seu nome, para que produza horror até nomear aos que o são e não se cubra o veneno mortal com o véu de um nome salutar.” [2]. Pois bem, todos nós sabemos de cor o nome e o sobrenome dos padres e bispos hereges que empestam as livrarias com os seus famigerados livros, empestam a internet com os seus nefandos vídeos, entrevistas e etc. e violam as famílias católicas destruindo-lhes a fé. São Paulo escrevendo a Tito diz: “com efeito, há muitos insubmissos, charlatães e sedutores, principalmente entre os da circuncisão. É necessário tapar-lhes a boca porque transtornam famílias inteiras ensinando o que não convém (…) Portanto, repreende-os severamente, para que se mantenham sãos na fé”. [3]

Em alguns canais na internet, quando vídeos heréticos ou mesmo os que proporcionam a heresia, notamos, para a desgraça das almas, que muitas delas aplaudem, incentivam, manifestam em favor de tantos hereges, se esquecendo do que Santo Tomás de Aquino nos ordena: “havendo perigo próximo para a fé, os prelados devem ser argüidos, até mesmo publicamente, pelos súditos”. [4]

“Não se deveria tolerar-se vigários com fama de hereges!”[5], diz Santo Inácio de Loyola, entretanto, quem hoje em dia se lembra destas palavras? Ao que parece é que, quanto mais herege é o padre ou bispo, mais devotado é o dito. Infelizmente, hoje se tolera tudo, exceto catolicismo. É sabido muitos casos de padres que são perseguidos pelos seus superiores e mesmo por fiéis, ao primeiro sinal de catolicismo do padre. Perseguidos porque dizem contra o Vaticano II e a favor da Igreja de Deus, perseguidos pelo simples fato de usarem batina, perseguidos por descortinarem a maçonaria, perseguidos porque não querem (mais) celebrar Missa no malfadado rito inventado por Paulo VI, enfim, perseguidos pelo simples crime de querer ser católico. Já os hereges são condecorados com títulos e pompas, presenteados com paróquias afortunadas e programas em canais de TV, se tornam professores em renomadas Universidades, e etc.

Aqui em Betim/MG e em Contagem/MG, cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte, somos atendidos, graças ao bom Deus pelo padre Ernesto Cardozo que nos vem administrar os Sacramentos ao menos uma vez por mês. O restante dos dias do mês ficamos com o Santo Terço ou o Santo Rosário, porque “é preferível que o rebanho fique sem pastor, do que ter por pastor a um lobo.” [6], diria Santo Inácio de Loyola.

Muitas vezes, observando a inércia de muitos católicos e dos superiores dos malfadados hereges, nos causa uma justa indignação  que “não vai contra a natureza da paciência atacarmos, quando necessário, quem faz o mal; porque, sofrermos com paciência as injúrias que nos atingem, é digno de louvor; mas, é excesso de impiedade tolerar pacientemente as injúrias feitas contra Deus.” [7]

Quem não se enfurece vendo e ouvindo o que este pseudo-padre diz sobre a Virgem Maria?



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Santa Missa de Sempre no mês de janeiro em Betim e Contagem/MG.

Prezados amigos,

Salve Maria!



A Missão Sagrada Família de Betim/MG tem a alegria de informar que nos dias 24 e 25 de janeiro teremos Santa Missa de Sempre em Betim e Contagem/MG, respectivamente, celebradas pelo Padre Cardozo.

A Missa em Betim/MG será celebrada no dia 24 de janeiro (sexta-feira), impreterivelmente as 19:00 precedida de confissão auricular para quem quiser/precisar. Esta será celebrada na casa do Sr. Fernando, como costumeiramente, que se localiza na Rua Maria Geralda de Oliveira, (antiga Rua 11) nº. 274, bairro Quinta dos Godoy, em Betim/MG. Telefone para contato: (31) 3596-5097.

Já a Missa do dia 25 de janeiro (sábado) será celebrada as 11:00 impreterivelmente, também precedida de confissão auricular na cidade de Contagem/MG no seguinte endereço: Rua Teodoro Fernandes dos Santos, n°. 391, bairro Riacho em Contagem/MG, na casa do Sr. Walmir e Sra. Cristina. Telefone para contato: (31) 3356-0563.

Aguardamos todos lá, com a graça de Deus.

Antes das Missas, rezaremos o Santo Terço.


No Coração da Virgem.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Vídeo do Sermão da Missa do dia 20 de dezembro de 2.013, em Betim/MG.

Prezados amigos,
Salve Maria!

Abaixo, segue o vídeo do sermão da Missa de sexta feira das têmporas do Natal do Senhor, dia 20 de dezembro de 2.013, oficiada pelo Padre Ernesto Cardozo, em Betim/MG, e, logo em seguida, a transcrição em língua portuguesa do sermão. Neste sermão, o padre tratará do Dogma da Imaculada Conceição, Teoria do Evolucionismo e Pecado Original. Para ver as fotos da Missa, clique aqui.

Para assistir o vídeo, clique aqui.

Fiquem com Deus.

Nos Corações da Virgem Maria e São José.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O Cristo sem rosto e o culto à feitura, em Betim/MG.

O Cristo sem rosto e o culto à feitura, em Betim/MG.


Geovanne Moreira.


“Restaurai-nos, Senhor, ó Deus dos exércitos; mostrai-nos serena a vossa face e seremos salvos”. (Sl 79,20)


Prezados amigos,

Salve Maria!

Os fiéis católicos da cidade de Betim/MG a cada ano que passa, são contemplados com um suposto presépio que é montado no largo da Igreja Matriz da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo.

Trata-se de um horroroso conjunto de personagens anônimos que pretendem prefigurar a cena do nascimento do Divino Redentor. Conforme se denota das fotografias colacionadas abaixo, as esculturas feitas de barro querem representar o presépio do Menino Jesus.

Porque “horroroso conjunto de personagens anônimos”? Primeiro que, é horroroso porque não se encontra a beleza neles. Conjunto porque se amontoou imagens que não se identifica o seu contexto e anônimos porque simplesmente, as esculturas não têm rostos. É isso mesmo. As esculturas que, teoricamente, prefiguram o presépio do Menino Deus simplesmente não têm rostos. Depois do “deus sem religião” do Papa Bergoglio, agora é a vez do Cristo sem rosto.

A cultura do feio tem tomado o lugar do antigo “culto ao belo”. Hoje dá-se preferência às coisas que antigamente se desprezava pela sua falta de beleza e, consequentemente, causava pavor a quem tentasse contemplar.

Muitos dirão que o conceito de belo e feio é subjetivo e, portanto, o imperialismo do achismo deve ser conservado intacto. Para desmistificar esta tese de que o conceito de belo é subjetivo, antes, é preciso se esclarecer o que é feio e o que é o belo.

Santo Tomás de Aquino nos ensina que o belo é aquilo que agrada a visão (pulchrum est id quod visum placet). O senso de belo só pode ser apreendido pelo homem porque detém a racionalidade em si. Tendo vista que a afirmação de belo é uma ação racional e se faz pelo juízo de consciência, os animais irracionais não podem ter senso de beleza, embora tenham visão das coisas.

O filósofo Regis Jolivet diz que: “a beleza é objeto de inteligência ou de conhecimento intuitivo, enquanto resulta de condições que não são acessíveis, senão à inteligência. Essas condições são: a integridade do objeto, a proporção ou unidade na variedade, enfim, a clareza ou resplendor da inteligibilidade.” (Curso de filosofia. 20.ed. Rio de Janeiro: Agir, 1998, p. 338)

Pela integridade do objeto, deve-se entender o acabamento, a finalização da arte e as suas partes concatenadas.

A proporção trata-se da harmonia das partes.

A clareza - Santo Tomás de Aquino chama de claritas - que se é exigida advém da beleza do objeto deleitável. Assim como os olhos carnais necessitam de luz para que se contemple algo, da mesma forma, é preciso que a alma tenha uma centelha de luz que se reflete no objeto a ser contemplado como belo e dele provenha.

A beleza divina está, misteriosamente, presente na beleza das coisas, a priori na natureza e a posteriori nas artes.

            Santo Agostino diz que a beleza é um conjunto harmonioso, isto é, com a unidade, número, igualdade e ordem.

Para se ter um conceito de feio, sem adentrar nas questões filosóficas, basta negar ou contrariar tudo o que foi dito.

Pois bem, o conceito de beleza não pode ser subjetivo porque o belo se encerra na coisa em si e não nos olhos de quem se deleita no objeto. Se o objeto a ser contemplado possui uma proporção, integridade e a clareza em si mesmo, é belo, caso negativo, é feio.

Passemos a analisar as figuras que enfeitam (para não dizer enfeiam) a Matriz de Nossa Senhora do Carmo, em Betim/MG.

As figuras não tem face, não tem olhos, bocas, narizes, são anônimas. A suposta criança que se deita numa bacia de barro que me parece prefigurar o Menino Jesus está em condições piores aos animais constantes no presépio. Comparando as figuras, os animais têm mais feições e são mais expressivos que os personagens sagrados.

Os personagens carecem de integridade material, de proporção e clareza. Isso é inegável!

A feiura que se apossou da figura do Menino Deus no presépio da Igreja do Carmo parece-me querer transpassar justamente o modernismo reinante. Um menino sem origem, sem face, inexpressivo, um Cristo sem rosto, sem choro, sem riso e sem raiva. É o típico Cristo pintado pelos modernistas. Um Cristo, literalmente, moldado ao bel-prazer do homem moderno.

Enquanto que no Livro dos Salmos, o salmista suplica a Deus que nos mostre a sua face para sermos salvos, (Sl 79,20) as esculturas do suposto presépio da Igreja do Carmo de Betim/MG não tem face. Os seus idealizadores não querem saber da face divina, porque a face divina é face de Justiça, é face de punição, é face severa.

As Sagradas Escrituras nos dizem: “Porque Deus que disse: Das trevas brilhe a luz, é também aquele que fez brilhar a sua luz em nossos corações, para que irradiássemos o conhecimento do esplendor de Deus, que se reflete na face de Cristo”. (II Coríntios 4,6)

Agora Cristo não tem mais face. O Cristo inexpressivo criado pelos modernistas agrada a todos. Este falso cristo é aquele que foi previsto pelo Filho de Deus.

A face divina causa alegria nos justos que contempla, entretanto, não há mais faces a se contemplar: “Fizeste-me conhecer os caminhos da vida, e me encherás de alegria com a visão de tua face (Sl 15,8-11)”. (Atos dos Apóstolos 2,28)

Na narrativa da Paixão do Cristo Católico o Texto Sagrado enfatiza as bofetadas e as cusparadas que Ele recebe no rosto, hoje, apagaram os rostos das imagens, esqueceram da face do Filho de Deus humilhada, ultrajada e injuriada pelos homens.

Enquanto que a Irmã Lúcia de Fátima quando vê a Virgem diz que Ela tem a face mais brilhante que o sol, a figura que supostamente simbolizaria a Virgem no presépio da Igreja do Carmo nem face tem.

É triste ver quanta gente que passa pelo centro da cidade pára para contemplar coisas tão estranhas e figuras não-católicas. É triste ver que o belo está sendo sepultado debaixo dos nossos olhos e triunfando o culto do feio. Que Deus e a Virgem nos ajudem a bem viver nesta vida, cumprindo os seus mandamentos para um dia, com a graça divina, contemplar a face de Deus.

“Eles sofrerão como castigo a perdição eterna, longe da face do Senhor, e da sua suprema glória”. (II Tessalonicenses 1,9)

Clique nas fotos para ampliá-las.